PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

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APMCM>0

Propiedad.

El Metodo completo 8 0 r s . E D I C I Ó N .

MA DRID. A N T O N I O R O M E R O . ' E D I T O R .

Depositado.

El Tratado de Armonia 40 r s .

* H A T A * * L A APOSICIÓN OTW.^'0* * l 8 l f s i e a Y Fáhvie* He instrumento»,

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APLICADO K

Propiedad.

El Mètodo completo 8 0 r s . 2K. E D I C I Ó N .

Depositado.

El Tratado de Armonia li

MA DRID. A N T O N I O R O M E R O . E D I T O R .

^*C'e* fie

P,'Ìn BK l A B 8 P 0 S I C I 0 S U N I V E R S A SPOSICION t s i " » '

" " ' ^ Y Kfcpic* de i n s t r u m e n t o s - ^ a \ \ e Àe

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MÉTODO COMPLETO DE GUITARRA p o r

1) . ANTONIO C A N O .

. — — i i i ­

b a G u i t a r r a , m a l c o m p r e n d i d a rio a l g u n o s v m i r a d a c o n i n d i f e r e n c i a ele ot ros p o r sor el

i и st ш m e n t ó p o p u l a r de n u e s t r a ­nación; m e r e c e s e r oída y e s t u d i a d a d e t e n i d a m e n t e p e r a j u z ­

g a r de sus efectos v di f icu l tados . Cuantos h a v a n oído este i n s t r u m e n t o en m a n o s a m a e s t r a d a s , n o

p u e d e n d u d a r de los r e c u r s o s q u e e n c i e r r a p a r a p r o d u c i r m u c h o efecto e s p e c i a l m e n t e en u n l o ­

cal ap ropos i t o donde p u e d a s e r a p r e c i a d a l a del icadeza de su melodia,y la var iedad de los son idos

s i m p á t i c o s q u e p r o d u c e . Hasta a h o r a , no h a n fa l t ado a l i c ionados j u s t o s a p r e c i a d o r e s de s u s b e ­

l l ezas , y c reo q u e estos i r á n en a u m e n t o c o n v e n c i é n d o s e q u e la g u i t a r r a n o es t a n dif íc i l como

g e n e r a l m e n t e se d i c e ; c o n s i s t i e n d o todo en la b u e n a d i r e c c i ó n q u e en u n p r i n c i p i o t e n g a el afi­

c ionado , y. el método q u e se e m p l e e e n su e n s e ñ a n z a . F.s c ie r to q u e son muchos los a f i c iona ­

dos a l a g u i t a r r a v . m n y pocos los q u e la t o c a n b i e n ; y­ también lo es q u e son pocos los q u e l a » s

í ud i an p o r p r i n c i p i o s y bajo u n a b u e n a d i r e c c i ó n , p o r cuya r a z ó n es m u v co r to el n u m e r o de

los b u e n o s G u i t a r r i s t a s . ч ~

P e r s u a d i d o de esto ,y TÍs to q u e l a mayor p a r t e de los af ic ionados q u i e r e n p r i n c i p i a r desdo hie.

go t o c a n d o cos i tas a g r a d a b l e s s in m e t e r s e en el estudio á r i d o de l a s e s c a l a s , c o n o c i m i e n t o de los

t o n o s , y d i f i c u l t a d e s de a r p e g i o s , me h e p r o p u e s t o d a r es t e método d e s n u d o de t e o r í a s en el cua l

después de \ц e s c a l a p r i n c i p i o con q u i n c e l e c c i o n e s , q u e son o t r a s t a n t a s p i e c e c i t a s , q u e agradai .

dose el p r i n c i p i a n t e l e d i s p o n g a n a ' e n t r a r en los i p r i m e r o s e je rc i c ios . Estos son doce espec ia les 1

de l a m a n o d e r e c h a , s i e n d o mi p r i n c i p a l objeto v e n c e r e n e l los las d i f i cu l t ades de d i c h a m a n o . p r o ­

c u r a n d o q u e cada u n o s e a ' d e d i s t i n to a r p e g i o . D e s p u é s s i g u e n o t r o s doce di r ig idosa e d u c a r l a n a ­

no i z q u i e r d a en los d i f e r e n t e s l i g a d o s , a p o y a t u r a s , a r r a s t r e s , _ y o t r a s di f icu l tades p e c u l i a r e s a e s t a

' m a n o ; y p o r u l t i m o doce es tud ios donde se h a l l a n comprendidas a m b a s d i f i c u l t a d e s , p a r a d e s a r r o ­

l l a r d igámos lo asi u n a e j e c u c i ó n i g u a l , v e s t u d i a r con a p r o v e c h a m i e n t o l a s o b r a s m a s dificiles,eoii

cluyendo con u n b r e b e t r a t a d o de a r m o n í a a p l i c a d a á l a g u i t a r r a , cosa i nd i spensab le p a r a t o d o

el q u e desee c o n o c e r a fondo es te i n t r u m e n t o , m o d u l a r p o r p r i n c i p i o s , y a n a l i z a r l a s obras m a s

c o m p l i c a d a s . T a l es el p l a n do mi o b r a ; l a q u e ded ico á mi hi jo Federico e n p r u e t a de.cariño,v*del

ap rec io q u e t e n g o al m a s p o é t i c o de los i n s t r u m e n t o s . , . • '

Л U\ г . К Т Е М Л A. Los números 1 , 2 , 3 y 4 , indican los dedos* de ]a mano i zqu ie rda ; y l»* metidos dentro de un c i r ru l i t o . en l a r m r da que s t lia de buscar la nota inmedia ta . Las l e t ras p . i . m . a . los dedos pulgar , iiidi< Jc,mcdin anular de la mano dererlia: esta drhe estar fin apo­

yarse en la tapa de la Cui ta r í a cérea de. la' tarraja y sin mover mas que los dedos. Los dedos de la izquierda deben raer sobre fas cuerdas un po­

co arqueados, y el pulgar ,debe quedar en la mjtad ¿leí mnn^o sin verse ,s iguiendo el movimiento de Ins otros . Kl brazo izquierdo debe c t a i sin' le maular de manera que )d codo este prors­imo al cuerpo. La postura de la ( íui tarra es una de las pr imeras dilii ulladcl ,pic encuentra el pr inc ip ian­ , ti ­la nial esta evi tadt t ton el uso de la trípode, que manteniendo fijo el instrumento lo pone a disposición del Cuilai i isla,siendo mas airosa y .b­ , 'an­

b­ la •¡lósirioii.espei­ialineMe­ en la. señoras . \ o l , a £ .„ цч„ de ella y encuentro mayor facilidad en la ejecución por lo cual la aconsejo.

Madrid. D.Antonio Romero: editor. A. R . 8 4 7 . Fábrica de instrumentos Preciados \ .

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¿J l,a Gu i t a r r a que g e n e r a l m e n t e se u s a . t iene¿seis, c u e r d a s t r e s de t r i p a y t r e s b o r d o n e s que por

su o r d e n se n o m b r a n í'. 2'! 3'!4". 5* y 6* su a f i n a c i ó n es e n c u a r t a s e s c e p t o l a 3 . y 2 . q u e form

.1 i n te rva lo de t e r c e r a mayor .

an

ftíRMPLO.

6! 4.

cua-rta.• idem.

3 a 2" 1"

l e r i W . V

mi. la.

Cue rdas . 6* 5'.' 3 ! 2? 1*

T r a s t e s . 0 1 3 0 2 3 0 2 3 0 2 0 1 3 0 1 3 6 7 8 10 12 13 if>

i s ca l a n a t u r a l . k ± ±

17

la. vi» l as notas. . J / ' mollasi do remi.fa.sól. lVi.si .do. re .ni i . f a . sò l . la . s i . do. re . m i . fa. sòl .

.-rrtn*>/» niv r e p r é s e n l a el d i a p a s o n de u n a G u i t a r r a de seis o r d e n e s , con la e s c a l a c r o m a t i c a

í i i ' r d a s n a s i a el doce t r a s t e s .

„n i., r.'.t: «•> ""it ¿¡y •

A. II. 8 4 7 .

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y.] o b j e t o de e s t a l e c c i ó n es q u e e l d i s c í p u l o d i s t i n g a l a l o c a l i d a d de l a s n o t a s g r a v e s .

y . ­ ¡ judas . ^

P f

H9"

(­5€:

PV ' i

í í ¡ > . 'O

T e n g a s e p r e s e n t e q u e l a n o t a sol del 3 ? e o m p a s s e h a de h a c e r e n l a c u e r d a 4.' comò

lo i n d i c a el. n u m e r o d e n t r o de l c i r c u l o .

i : № 1 0

^ fl^pg -assi

y _i I - g } . 4 ­ —:—i i

1 t>A->-0 +•—' ri

L a s n o t a s c o l o c a d a s u n a s o b r e o t r a s e h a n de p u l s a r a ' u n t i e m p o , y l a s que l l e v a n

e l r a v i t o h a c i a a b a j o , c o n el p u l g a r , t e n i e n d o c u i d a d o de n o l e v a n t a r e l d e d o d e l a iz­

q u i e r d a e n los b a j o s h a s t a d a r l e s e l v a l o r q u e t i e n e n .

I .KCGION.

3 ! s

—u •• j . 3 : i ¡ r * — T

= f c j = ¿ é

\ t •> , S í

T — < e r • / i

i 7

P1 f . P

A . R . 8 4 7 .

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L a a p o y a t u r a # es u n a n o t a de a d o r n o q u e n o t i e n e Ta lo r , y se e j e c u t a l i g a n d o de

de e l l a a l a n o t a i n m e d i a t a , y a s e a s u p e r i o r , o y a i n f e r i o r .

El a r r a s t r e — es u n l i g a d o q u e se h a c e d e s l i z a n d o u n d e d o de la i z q u i e r d a s o b r e

u n a e u e r d a ; d e u n a a o t r a n o t a , o d e s d e u n a a p o y a t u r a a l a n o t a i n m e d i a t a , y a sea h a _

e ia el p u e n t e o h a c i a la c e j u e l a . b i e n e j e c u t a d o p r o d u c e m u c h o e l e c t o .

L E C C I Ó N . __a._m „ ' •'> é+J * 1 m--±¿é^- - — » ± r ^ - . • — f j • • * "m— í1*?^

+ f _ i _ . r ~ ^ ^ ^ r 2

» 4 mg *_—= • » > f

1:KCC10N.

9 .

V a l s . H3T - J - Z W^cl „

— — 4

I—L4^—JJIBL-

A. R . 8 4 7 .

Page 18: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

2"p llf — r

Cf.

1 0

1 0 N - 0 ? / - Q

-m~ — — a . 1 x . ' ' ' f ? f f

J 5 1

ti * í-0 • "I

^ ~ # * * # * • t # * #

r Kn e s t a l ecc ión so b;t do p u l s a r e l ba jo c o n el dedo p u l g a r , y L I S dos n o t a s c o r c h o ,

»s si y sol que s i g u e n , r o n *1 p u l g a r y el í n d i c e , e i g u a l m e n t e en los d e m á s c o m p a s e s .

'.•.(.10*4 .

VI.

\ A. R . 8 4 7 .

Page 19: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

8

0 0 "00

r E s t a l e cc ión se -ha de e j e c u t a r como la a n t e r i o r , p r o c u r a n d o p u l s a r con m a s t u e r z a las no

t a s a g u d a s q u e las g r a v e s .

Vals r. R O C I Ó N . • V

1 5 . H 0 Z : Z — *

f L J f L J f ' C r *• í

1 - - # — * i - n a — 1

"f •fcrra t u 1

l T

2 # •

f

A 2 ? "

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El <l»d<> p u l g a r p u l s a r a t o d a l a p a r t e d e l b a j o .

A. R.847 .

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rj f Í r f r r rfff

. .Esc r ibo a c o n t i n u a c i ó n los doce t o n o s m a y o r e s y s u s r e l a t i v o s , con l o s a r p e g i o s e n

q u e e s t á n b a s a d o s p o r su o r d e n l o s e j e r c i c i o s de l a m a n o d e r e c h a , p a r a q u e a l a vez q u e

el d i s c í p u l o c o n o z c a los t o n o s , p u e d a e j e r c i t a r s e e n l o s a r p e g i o s y s e r v i r l e e s t o s , n o

s o l o p a r a t e n e r m a s f a c i l i d a d e n l a e j e c u c i ó n d e d i c h o s e j e r c i c i o s ; s i n o t a m b i é n

c o m o de o t r o s t a n t o s p r e l u d i o s p a r a i n d i c a r e l t o n o e n q « e ha de t o o a r : n o ' o j o t a n t e ,

p u e d e p r i n c i p i a r c o n los e j e r c i c i o s s i n q u e p r e c e d a a' e l l o s e í e s t u d i o a n t e r i o r , por

s e r m a s á r i d o y e n t r e t e n i d o .

TONOS MAYORES Y SUS RELATIVOS.

ARPEGIO 1°.

' r J J-i-4-ir 1)0 MVYOR.

MJ RELATIVO,

LA MENOR

- o -

SOL .MAYOR ARPEGIO 2 .

A . R . 8 4 7 .

Page 22: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

К К M A Y O R . A R P E G I O З".

­+t Г « J J „ У " ' Л , # I ! * 9 1 ! '

LA M A Y O R . A R P E G IO 4

2 < • f ' ^ t t e

f

"5" ИГ ­^г:.*­ ­ — s ;

M l M V Ï O R .

* • ¥ 1 ' 1 ì S M E

k О R .

A R P E G I O ò ima

SI M A Y O R . . к i* E ti 111 f¡ :

; *

t — •#­ * —

Т У

. о

Г У

A. R . 8 4 7 .

Page 23: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

11

¡M I f» M AYO К . A R P E G I O 10°.

A. R . 8 4 7 .

Page 24: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

I fU'KGIO I I .

!>«n E E . I E K ü I f l O S PARA > l \ > 0 1) E K E ( I I \ .

t •; !•:» Ii( i t! i . ' i ! i i r * r ¡ • fi la m a n o d e r e c h a , c o n s i s t e l a c a l i d a d d e l «muido, y la h r i

i ' . i i l r ? , ! ni! i j i ic c]\ la a c t u a l i d a d s e e j e c u t a e n la <. u i 1 a r r a ; a s i corno la n ¡ a \ o r p a r

| i d e l o s e f e c t o s p a r t ¡ r u l a r e * q u e c o n e l l a se p r o d u c e n ; p o r lo m i s m o e I p r i n c i p i a n ! - 1

d c \ e p o n e r m u c h o ' c u i d a d o en el m o d o de p u l s a r l a s c u e r d a s , p a r q u e ! t o n o q u e

- a q u e de e l l a s «-«a r o l n i s t o \ ' c l a r o .

A. R . 8 4 7 .

Page 25: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

13

€ * r

í 5

I

r - I r T f r r f T o d a s l a s n o t a s del bajo de e s t e e j e r c i c i o se h a n d e p u l s a r c o n el dedo p u l g a r ; y l a s de

mas c o n el í n d i c e , m e d i o , y a n u l a r , ^ r o r su o r d e n .

1 n;l!a€l° f~j 11 u ¿ i i B J 'i £¡-¿=b

T Tin , l T I X 4 J > - i ­ r ^ ­ ^ • f i n

№ 1 7

T o d a s l a s n o t a s d e e s t e e j e r c i c i o q u e l l e v a n el r a v i t o h a c i a a r r i b a r s e h a n de p u l s a r

c o n e l d e d o a n u l a r ; y ­ l a » d e m á s c o n el m e d i o ^ y e l í n d i c e , p o r su o r d e n ; y el p u l g a r pul

¿ a r a m i a s d e l b a j o . P r o c ú r e s e d a r u n p o c o m a s f u e r z a a l dedo a n u l a r , p a r a q u e se p e r c i b a

b i e n e l c a n t o .

A. R. 8 4 7 .

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и

A . R. 847.

î

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15

A. R. 8 4 7 .

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10

\ . R .847 .

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A. R . 8 4 7 .

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t in " s i c e j e r c i c i o se ha de m a r c a r шну b i e n la p a r t e ' a t i l d a y el b a j o .

A. R. 8 4 7 .

Page 33: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

Ejercicio N?i2.

i r

T t '—til A . K . 8 4 7 .

Page 34: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

9,9

Vnles de principiar el estudio de los «¡ercicios de la mano izquierda,conviene hacerse cargo de las dificultades

que se han de.vencer en ellos, las cuales se hallan a continuación con una esplicacion b r e v e , p a r a que al prin­

cipiante le sea mas fácil la practica de dichos e jerc ic ios . ,

Aunque en la Lección 6'.' se hablo de los ligados, devo advertir,- que para hacer con seguridad el pasage pues­

to «continuación, es bueno ejercitar con solo el dpdo Índice dé la mano izquierda la #.seala descendente, desde

el mi sobre agudo, hasta el mi g r a v e .

Escala

Kjemnlo.

Después de, hacer la nota mi que esta pisada con el dedo Índice, el ¡mediato cae sobre el fa al siguiente tras­

te que es medio tono; haciendo esto con el dedo anular, cuando hay un traste de por medio a la nota siguien­

te, ó lo que es lo mismo, la distancia de un tono.

, t u el pasage siguiente son al contrario los ligados, y kay que observar lo mismo que en el anterior

para su ejecución . •

A. R . 8 4 7 .

Page 35: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

25

El ejercicio 59 comprende los ligados de los dos an(eriores,y se hace lo que se ha dicho de ellos.

Ejeim.

El mismo pasage se puede ejecutar ligando las cuatro-notas, es decir,nó pulsando mas que la primera.

E j e m p l o .

El ejercicio 4? es en 5?,y el orden que estas guardan en una escala es: una mayor, dos^menores, dos jiiayores,dos me,-.

nor.es y una mayor: y se ejecutan con el mismo dedeo en la mano izquierda, entre la Prima y 2? 5? y i'} i''} y 5? 5? y o':1

Las 5? s mayores pueden hacerse con los dedos Índice j medio de la mano izquierda,}' las meneres con el Índice y a-

nular. E s c a l a en s ! s

4— = s a r 1 r May. Men: Men: May: May: Men: Men: May:

Entre la 2? y 3? cuerda, varia el orden de dedos, y se hacen las 3'! s mayores con los dedos índice y medio; y

las menores con el medio y anular.

fe 3 a :

3 2 t 2 *

g-g-- 5 - * -

o - 3 ^

1 Ea la mano derecha se emplea el dedo pulgar y el Índice para pulsar las 3 ^ en los bordones, pero en las

demás cuerdas se emplea comunmente el índice y medio.

Algunos periodos de música, especialmente en los cantalriles; se pueden pulsar las 3 ; l s con un solo dedo, el

"índice, o i medio, resvalando. con prontitud de una a otra cuerda, para que los sonidos se oigan simullaneamcnle. De este modo de pulsar las 3 ? s es de lo que el Huertas saca buen part ido.

El siguiente ejemplo, es una escala en 5 l l s con un grupo de dos notas que regularmente se escribe de esle modo.

E j e m p l o . ^

A. R . 8 4 7 .

Page 36: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

2i

Entre la Prima y 3 a .

Ejemplo. 5#- l* ' 1

Entre la 3 a v 5 a

Entre la 2 a y 4 a

Entre la 4 a y 6 a

33C i # L í _

33EI -i-0-3 - * -

Ci»n el inbmo orden de dedos so ejecutan en todos los tonos, principiando desde cualquier tónica

En la Lección 7. a se hablo' de la apoyatura como nota de adorno, mas cuando estas- notas son dobles producen otro

efecto,y se l laman,mordente,y se.escriben de dos maneras

Ejrmplo

Es preciso hacer con mucha velocidad-estas notas, para que el efecto sea como notas de adorno, pues ile otro

modo el resultado sería como un tresillo, también los hay de cuatro notas y se escriben del siguiente modo.

Ejemplo. w -

También en estos se ligan Tas cuatro notas con velocidad.

El Trino es un ligado de dos notas hechas con la presteza p o s i M e j se ejecuta pulsando una sola vez la nota (riña

da, y ligando la superior ¡mediata repetidas veces : también se pueden trinar dos notas a la vez.

Ejemplo: - p - l 0 - f—] Jse indica asi

V5>íl m ir ir 4»

El Ejercicio 8V es de esca las ,y estas se pueden ejecutar en lodos los tonos con el mismo dedeo; Priwcipiaremos

a ejecutar la escala de KA mayor sobre la Prima y se vera que lo mismo se hace en la 2 a. 3a. 4 a . 8st.8x. resul-

tnndo enriislintos tonos según la Tónica (i) que se Hija.

(l) Por Tonica se entiende la primera nota de la Escala. A . R . 8 4 7 .

De la inversión do las 3 a s .resultan las 6' a s y como las 'distancias mayores invertidas, producen las distancia* meno­

res, de aquí resulta que una 3'.' mayor invertida produce utia o';.' menor. Su ejecución en la Guitarra es entre dos-'íl'.it'r-

das alternas, esto es, dejando una intermedia entre la 1*rima y.5? y la 2? y 4 a pueden emplearse los dedos Índice y me­

dio i!e la mano izquierda en las 6'?s menores, y el anular y menique en las mayores, y entre la 5 a y 5? y la 5 a y o? el

¡.•.ilice y anular en las menores, y el Índice y medio en las mayores.

Page 37: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

Kli la Prima. KM 25

KjcnijiJo. J - i . ì ì

1

ÉÈ 4

L Lì* *. - 5 — l - ^ T

La misma escala se puede ejecutar en dos cuerdas 2? y Prima 5'.1 y 4'.' y 'J'1 y 5;) sin variar el dedeo 'mas que en

las dos primeras notas, resultando también diversos tonos según el traste donde se principie.- en la 5? y 2? resul­

ta el mismo orden que en solo una cuerda. También se hacen las mismas escalas lomando tres Mierdas como !,•

>;! 2 a y Prima, en estas tres, el dedeo es igual al que resulla rn «na cuerda, entre la 4? 5'?y _2? 5? 4?y 6:' \ «:' .'.'

y-4? se hacen las escalas del mismo modo pisando la primera nota con el dedo medio. A estos lies «iodos ú<

jccular una misma escala, ha llamado el Sí Aguado, estensa, media) breve, según se haga en una cuerda, en dos, o

en tres. -

Siempre que se pueda deve hacerse la escala breve por evitar los saltos y ofrecer mas seguridad en su ejecución. Media. r r ¡ *w

^ 1

Escal estensa.

i è- * : 2?.!i-i * *\ , 0 - + !' ~ I I

r ! ! 2? ! J ^ 1 " -

En el tono menor las escalas guardan otro orden de dedos,y por lo tanto es preciso estudiarlas por separado.

Pondremos el ejemplo siguiente en FA menor, para que se vea que lo mismo se hacen en los demás, por que ¡o

lo lo dicho para la escala del tono mayor es aplicable al menor,con la diferencia que resulta en el dedeo.

l'A .nenor.

Ej (Mi ip lo . ^g

Escala estensa. Media. Breve.

4. , 1 1 Va"!,' \\ \ I I * ¡ í i ¿ • * 1 = - !

l_ # '1 ^ L

i i i i 4 . 1 . 1

2 a ¡I ' U S

4 S Ü Í ? ? !

En la mano derecha,es necesario poner mucha atención-, yo prefiero los dedos.indice y a'nular para ejecular las es­

calas, alternando y principiando siempre con el Índice, ya sean notas de un mismo valor, o" ya teniendo mas la prime­

ra. Para acostumbrarse en un principio a esto, es conveniente repetir una nota muchas veces, principiando despacio, y

aumentando la velocidad poco a poco. El uso de las uñas contribuye muy .eficazmente, para hacer las escalas con ma

\or brillantez y velocidad-, pues pulsada la cuerda con un cuerpo solido, resvala con mas prontitud 5 el sonido es mas

"•hvro. No sentare' por principio que deva tocarse con uñas, pero como hasta haora no he oido a', ningún (¡uitarrisla,

que sin ellas saque esa variedad de sonidos y brillantez en las ejecución* s rápidas, que puede sacarseempleando-

i a s con buen método, prefiero usarlas.

I IV dicho en la lección 9. de los arrastres, devo añadir, que se hacen tainliieii-.cn d o s ) Iros cuerdas, y que parama

A. R . 8 4 7 .

Page 38: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

\or ¡seguridad, ili'M' lijarse la vista hacia el traste donde han ¡le parar los dedo?,.

I n o d e los buenos electos en la Guitarra, os-el hacer algunos periodos de música sobre «M¡;« cuerda, haciendo \ i

vTa'r las ñolas de. mas valor, a lo que se da el nombre de trémulo, y se hace moviendo a uno \ o l ? o lado el

lledo de la mano izquierda que pisa la cuerda después de pulsada, e' inlerosañMo en este movimiento la mano }

antebrazo. 1.as cuerdas 2 a y 4 a son en las que produce mas efecto; y el dedo medio de la mano izquierda e s e l

mas apmposilo para su ejecución, por tener mas fuerza que los otros. El trémulo s e puede ejecutar e n do^ \ tres

cuerdas a' la vez.

Las octavas se ejecutan en la Guitarra de dos modos; él uno, dejando dos cuerdas en liueqo, es d e c i r , c s i r o la

Prima y la 4 a la 2? y 5 a y la 5 a y 6 a en este modo de hacerlas,el dedo Índice, pisa la nota aguda. El o t ¡ v . , » s > _

jando una cuerda intermedia, esto es, entre la Prima y 5 a la 2 a y 4 a la 5 a y 5 a y la 4 a y fi.a y en este otro m o d o ,

t-l dedo indico pisa la nota grave:,de estas dos maneras se ejecutan todas las octavas, prefiriendo una'u otra s e ­

q u i l a velocidad del pasage que se ejecuta, para mayor facilidad.

Dejando dos cuerdas intermedias

i

K i "'" 1 ' 1 "' *> '. '' <•

l'"r o i ' i ' i i o , ¡„ Intuía' d e Im- ;¡cordes(i) en la Guitarra, ofrece mas dificultad que en otros instrumentos de a r -

• 11 • i s > •'•, p o r l¡ i;' r que ha( -r mnehasveces las notasen la cuerda ¡mediata a la que per! cuecen, y a esto se le da

el nombre de equivalentes <>' 'quísonos, deviendo leerse al revés de como se escriben-, esto t : s , principiando' por la

uol.t m i s ag«d<i,*«e liiisca la ¡mediata que sigue y-asi sucesivamente hasta la mas grave. Supongamos el acorde

!e ! i , 1*4» 5 , MI, 1 .4, se principia en la Prima LA, luego se busca en la 2 a el Mí que correspondía a la Prima

" w n . 'ce c | 1)11 ,mi la T>;t \ por ultimo se !»;.•.<•,> (>| LA en la í a . De este modo st: facilita la lectura de los

'•••.) ni/- .>¡ >r ie|'|c< ojona, en \»> '!'!erv,<!«.> d e "»a \ i;.1 d e que se componen casi todos.

Dejando una cuerda intermedia .

1 1 0 —

1 "

arpegio.

I ) I I acorclr ;, i n v . - i - i i n

Page 39: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

2 7

A. R. 8 4 7 .

DOCE EJERCICIOS PARA LA MANO IZQUIERDA.

I.a mano izquierda, requiere también, un estudio particular, no solo ¡¡ara adquirir en ella la ejecución necesa­

ria, sino también la seguridad y firmeza tan recomendable en este instrumento, y de la que puede sacarse un gran

partido, las notas ligadas, los arrastres, apoyaturas, el trémulo y otros aliarnos; cuando se ejecutan con delica

deza \ oportunidad, producen esos efectos de sentimiento y espresion que tanto interesan y que hacen distinguí r

a la (¡uiiarra de otros instrumentos, prestándose al genio artístico de un modo admirable por la variedad de so

nidos que presenta su armonía, y la esquisjla delicadeza de su melodía.

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_ _ ^_ . <T — «| . 0 *••#-•?—,

Ia. vez. 2 ' v e z . E n ] a 4* Cuerda las d o s u a r l é s que siguen. _ * • _ - £ . ~~ k — - J - < II '= f-

r dol.

Tiempo de Mareha.

! J . 8 4 7 .

Page 47: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

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A. R . 8 4 7 .

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• 37-

A l g u n o s de Jos armónicos' 1*de l o s t r a s t e s 4." y 3? s e e j ecu tan coJocando eJ dedo de Ja

izquierda s o b r e eJ t r a s t e y no en Jas d i v i s i o n e s . EJ otro modo de producir Jos arinoni-

eos se l iace ap l i cando Ja y e m a del dedo Índice de la mano d e r e c h a s o b r e el pimío que

se ha de hacer dieiiú a r m ó n i c o , pulsando Ja cuerda con eJ puJgar de-Ja m i s m a mai/o,

procurando que entre e s t e y eJ Índice q u é d e l a mayor d i s t a n c i a p o s i b l e . En las cuer ­

d a s aJ aire Tiasta Ja m a n o d e r e c h a s o l a para h a c e r l o s , pero p i s a d a s e s t a s , e s preciso

la mano i z q u i e r d a , y a d e m á s c o l o c a r eJ Índice de Ja d e r e c h a en la mi tad de Ja J o i i í í j

tud de donde e s t á pisada Ja c u e r d a . La prima como l a s d e m á s t i ene su armónico en Ja

división 12, en la cual se aplica Ja y e m a deJ dedo Índice de la mano d e r e c h a , y con el

DK LOS* ARMÓNICOS Y, OTROS EFECTOS.

Uno de Jos e f e c t o s que m a s e m b e l l e c e n la Guitarra s o n . l o s a r m ó n i c o s (i) c o n o c i d o s xa i

ga m i e n t e con el n o m b r e de f l a u t e a d o s . E s t o s s o n i d o s s e producen de d o s m o d o s : eJ li­

no que "e* el que mas c o m u n m e n t e s e u s a , s e hace c o l o c a n d o un dedo de Ja maivo i z ­

q u i e r d a s o b r e la cuerda e n c i m a «de la d i v i s i ó n de l t r a s t e , de m o d o que t o q u e a e s ta

l i geramente p u l s á n d o l a d e s p u é s y re t i rando i m e d i a t a i n e n t e el dedo de Ja izquierda ,pn-

ra.que Ja c u e r d a s u e n e a r m ó n i c a m e n t e . En l a s d i v i s i o n e s 5 . 7. y 12 e s d o n d e s e í'oi-

uian con m á s c l a r i d a d . *» • »• • - \ '* . . •

En la t a b l a s igu iente s e h a l l a n l o s a r m ó n i c o s que producen Jas s e i s c u e r d a s heelius

de e s t e m o d o . > .

A. R . 8 4 7 .

Page 50: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

3 8

F.l d e d o iadioe de

d e r e c h a sobre las divisiones

|->!e ingenioso medio de hacer l o s a r m ó n i c o s , e s i n v e n t a d o por el ST F o s s a , y del c u -

a M i c oído sacar un g r a n partido á D. V i c e n t e Aja-la, guitarrista á penas conocido de al

g u n o s e'n etilos de Madrid, y cuyo ta lento improvisador y e s c e l e n t e manera de tocar , no

(«••iilran o lvidar cuantos*tuvieron el p l a c e r de o í r l e . L a s t i m a e s que fa l to de pro tecc ión

I . - a p a r e c i e s e de n u e s t r o pais i gnorándose .hasta haora cual aya s ido su paradero .

(Uro de los buenos e fec tos de la 'guitarra, es dejar en los acordes a lgunas c u e r d a * a la i

re, aunque para es to sea p r e c i s o e scr ib ir a lguna de s u s n o t a s una octava baja, y hacer

la reso luc ión de e l las cambiada-, a lo cual s e ha dado eJ n o m b r e de, CanipaneJas.

EJEMPLO.

!.)e la imi tac ión de a l g u n o s ' I n s t r u m e n t o s , no creo n e c e s a r i o d e c i r nada en r a z o n a qin

•'¡ependiendo e s to del dominio ijue cada uno t e n g a en la gui tarra , y aun m a s b i e n , del

la lenlo de imitación que en mas ó menos grados e s t é dotado eJ g u i t a r r i s t a , me pare

c e in; lil m a u l o *e escriba sobre es lo ; concretándome soJo á decir , que los son idos apa-

A . R . 8 4 7 -

pulgar de la m i s m a se pulsa, y dá su armónico c o m o >a s e ha d icho . Ahora bien-, pisai:

do dicha cuerda en el l'.' traste , se aplicará eJ Índice de Ja dcrecJia en la [o d i \ i s i o n , p a ­

ra que suene a i inonicamenle el FA, y a cada traste que adelanten los dedos de Ja mano iz­

quierda , lo adelantará i g u a l m e n t e el Índice de la d e r e c h a con Jo cual se puede hacer Ja

cseaía cromat ica , y Jo a i i smo en las d e m á s c u e r d a s .

Page 51: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

39

DOCE ESTUDIOS PARA AMBAS MANOS.

Estudio I

Ali? Moderato.

• p ü » ^1"^ Tor^dor*'? d«" púa . A . R . 8 4 7 .

recen de d i s t in tos m a t i c e s , s e g ú n en eJ parage donde e s [misada la cuerda por Ja ma­

no d e r e c h a , pues desde Ja d i v i s i ó n deJ doce t r a s t e s Jiasta eJ puente s e observan estos <i<

dist inta c a l i d a d , s i e n d o mas c l a r o s y menos gra tos conforme s e ^ p r o e s i m a la mano ai

puente; y s i á e s t o . s e a g r e g a , ' l á fuerza con que gradua lmente s ean p^Í£>d.&s-l¿«s c u e r ­

das en e s t o s d i v e r s o s parages s e g u i r l o s e f e c t o s que s e quieran prodiKf'r, t e n d r e m o s e

sa variedad en Jos son idos que / o r m a n da imi tac ión de otros instrumento^. . Ademas, la

.guitarra no deve imitarse* síflo aisi misma., por t e n e r sobrados recursos , y por que no es Je

butilo de los otros lo que suele imi tarse en eJJa. En cuanto a la manera de pulsar Jas cuer­

das para sacar de ellas H sonido robusto y de buena calidad, creo que la practica ayudada

del buen método facilitan la e j ecuc ión ,y dan Ja fuerza n e c e s a r i a en cada dedo para emple­

arla a r t í s t i c a m e n t e , según el sentido y gusto-del gui tarr is ta; sin cuyo requisito nada s e

c o n s i g u e .

Los que Jiaciendo alarde del mucho tono que «acan a la^gujtarra^y confiados en la dureza

de sus uñas emplean la fuerza muscular arrancándole (por decirlo asi) violenta mente Jos so

nidos'; la han comprendido mal- pues en esto imitan a los que pulsan las cuerdas con un

pedazo de hasta ( i ) maltratando el i n s t r u m e n t o , y lo que es aun peor, los oidos de cuantos

t ienen la d e s g r a c i a de e s c u c h a r l e s . 1 ,. v.

Semejante' modo de tocar, contribuye bastante aJ descrédito de un instrumento que n e c e ­

sita mas alago que fuerza . La guitarra np puede competir por la abundancia dii sus voces

con los demás i n s t r u m e n t o s , y es escusado precisarla a que de lo que no t i e n e ; pero eij

cambio puede competir y aun aventajar tal vez a los demás, en su espresion melódica , en

su dulzura s i m p á t i c a , y en sus sonidos mágicos que producen un efecto inespJicable; por

Hn, e s p r e c i s o c o m p r e n d e r l a como el interprete de Jos sent imientos del c o r a z ó n . .

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A n d a n t e , ( M . M - s 2

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47

A . R . 8 4 7 .

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A R . 8 4 7

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49

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52

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Page 65: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

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A. R . 8 4 7 .

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INDICE:

PRIMERA FARTE.

\ . 57

Escala natural l

f ieni : íToma ' t i ca (Je las seis cuerdas __. \

yniñeé lecciones progresivas — - 2

Tonos mayores y .sus relat ivos 9

Doce ejercicios, para la mano derecha li ;

Nociones prel iminares para los e je rc ic ios .de

la mano izquierda _ _„_______„. 22

Doce ejercicios para la mano izquierda—— 27

Armónicos y otros efectos 37

Poce eslrdios para ambas manos 39

SECUNDA PARTE.

1

1

Sonidos ;

I n t e r v a l o s . . . .

Tabla dé los intervalos y sus inversiones 3

Mod<> llamados generalmente tonos . 4

De los ^eneros . 4

Movi mientos. 5

Marcha de las consonancias __. 5

¡hi¡ntas y octavas 6

TÍOmpos fucries y deviles del compás tí

oooeimiento de, li-s in tervalos en la gu i t a r ra 7

4eordes en general . H inversión de los aco rdes . 13

Vrmonizacion 13

conocimiento del acorde perfecto y sus inversio­

nes en la g u i t a r r a . . 14

Conocimiento del acorde de sé t ima y sus invcr_

siones. . . . 15

¡íesolueion de la sét ima de la dominante 16'

Pract ica en la gu i t a r ra de las t r e s invers iones

y su resolución natural _- . ' 161

Del acorde de sét ima de 2? y 3?. especie. 18

Ejemplos de la preparación de la s é t ima y s u s . i n .

\ e r s i o n e s , . 19

Practica en la gui tarra de es tos aco rdes . . . . 2 0

De la sét ima de 4¿.1 e s p e c i e 21

Acorde disminuido con sétima menor y sus in_

vers iones . . 24

Acorde de fi'.1 aumentada r 2fi

Acordes alterados --fi

Cadencias ,_ 28

Trasformacion de los acordes . 2S

Resolución por escepcion dé los aeordes deT.Í— 29

Ejemplos de los acordes de sétima de 2* especie

resuelta por c scepc ion . . . J5»

Ejemplos de la selii..a de.5. ' especie resue l la

por escepcion l í

Ídem de sét ima de \'\ especie 53

Resoluciones por escepcion y trasforma.ciones e.

narmo'nicas del acorde de 7:1 disminuida 56

Notas accidentales • 57

Retardos 5 8

Peda les * r 39

Modulación para pasar de DO mayor a t o d o s /

los tonos mayores y menores 40

Escala diatónica armonizada 41

Escala cromatica armonizada — 4 2

Circulo armónico _—.42

A . R . 8 4 7 .

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1

T R A T A D O DE HARMONÍA

CON APLICACIÓN V LA l i L I T A R H \

SONIDO

S e l lama son ido , la sensac ión eau»ada en el oido a consecuencia do las vivraci.>n<

que produce un cuerpo sonoro cuando es herido por ol io

INTERYALOS

El, inlervalo, es la dis tanc ia que separa una nota de otra , el in terva lo que >a

olvo ¡media to s e l l ama conjunto , pero si sube o baja mas de un tono se llama >i­

jimio­, cuando se hacen dos o mas sonidos a un t iempo se l laman s i m u l t á n e o s .

EJEMPLO.

Intervalos conjuntos Id: disjunlos

Х--ГТ--0---zea -o—zr O—- • o —

-o o- * o~

Id: simultáneos.

14^ -o-

(i) La esca la forma los i n t e r v a l o s

d de 2. ;l i* e; i ч ; | u a

EJEMPLO.

EJEMPLO

S i . s e doblan los .intervalos se cambian la 2H

en Va la 3a en 10Г&', que son la r e p e t i c i ó n

d é l a primera a la 8a a l t a .

A . R . 8 4 8 .

: l \ Ademas­ He lo.« n o m b r e ? H«do.« a Io> i f .n¡doi ; de. la cscaU l ! 2*! 3 . 4 . b . í­1 7 y '** *« Ifi Лии i . .m i. i и [4*rt oí i c ^ , m e d i a n t e , s u b d o m i n a n t e , d o n i i i v ­ t b t c f i i p e r d o i n i n я n t * * ' 1 1 И ! ­ , * м^* r * ­|jt • ¡ t 0 - n , :

' . ' ' • ' > , , » . l o e f .

I * ' • itr.t­i ,1jjl Í';SCÍO|­

Page 74: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

A iniqui» las d i s tanc ias e^tan a veces dos o tres octavas mas al ias que el bajo s o l i l e

el cual «.»• m i d e n , se denominan por las mas pros imas corno• 2!' 5? 4'! & para mas s e n ­

c i l l ez , s iendo lo mas común el l legar hasta la »? y la tu'*

Kii i n v i n i e n d o los i n t e r v a l o s , es to e s , trasportando el grave al atíudo, el u n i s o n o

formara' la octava , la seüunda será í»epti_ma, la tercera *esta , la ruarla quinta, la

(ni ita cuar ta , la s e* ta tercera , la séptima segunda, y la octava el u n i s o n o .

r JEMPLO.

i,

- — • • • -'

- — • • • -

1—_ - o J u n i s o n o segunda' tercera ( l i a n a . quinta.

5 E £ I ^ O & sesta sepj ima. orlava.

' _£> ::.c--.... ' i -o— -Ir—"

• 'y ^ - 3 = 2 2 _ O. | ± 1

u n i s o n o .

Los i n l c i v a l o s s«» dividen en mayores-, menores , a u m e n t a d o s , d i s m i n u i d o » , y j u n t ó ­

l o s n ia le s se rouoi en* por l o s ' tonos y s emi tonos que tienen entre si las dos riólas e-

t r e m a s

• l aminen sí- representan las d i s t a n c i a s poi u u m e í o s , indicando una secunda por un

2. una l e i e e i a por un t r e s & pero como el numero solo no manifies|.;> s U na tura leza ,^

le pone a su derecha una sen,'! que la m a u i t i e s l e , la cual sera', el ángulo p e q u e ñ o ^

para indicar las d i s tanc ias m a y o r e s : el mi s ino al reve-<-^ para las menores : una l i ­

nea diagonal atravesando el numero para las d isminuid* s . una <¥ a la derecha | í . a i a

las a u m e n t a d a s , y ^.ua l a * fustas el numero solo, r j e m p l o . t e r c e r a mayor, 5 - terce­

ra menor, 5 - t ercera disminuida 5. l e r c e í a muuenfada, quinta justa j .

Los intervalos se dividen en <oii>oiiái<l e> y 'disonantes los consonantes son: la t e r

«era -. mavoi.- y ' » . " " ' 1 ' ruar la , la u u i n l a , l a s e s t a mavor v m e n o r , v la o c t a v a ;

lodos l o s d e m á s s •: •« d i -o n a u l e s , .las consonanc ias se dividan en ( e r f e i t a s , é imper­

fectas los «;•.'• i.i S ' i o f n i c ' 1 as p e , ' e , l a s s o n : la cuarta j u s t a , l.j quinta > la o c t a v a .

A. R. 8 4 8 .

Page 75: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

las i m p e r f e c t a s s o n : la t ercera y la s e s l a por que pueden ser mayores y m e n o r e s ,

s in dejar de s e r c o n s o n a n t e s , la cuarta aun que considerada como c o n s o n a n l e V s n i a s

débil su efecto r e l a t i v a m e n t e con el b a j o ; pero entre las voces in termedias t i e n e

un uso m a s l a t o , y su e fec to es m a s a g r a d a b l e .

Los intervalos m a y o r e s invert idos s e conv ier ten en m e n o r e s , los menores en m a ­

y o r e s , los aumentados en d i s m i n u i d o s , y l o s d i s m i n u i d o s en a u m e n t a d o s

ó. menor. 3. major. 4'. jus ta . 6'. jus ta . 6' menor. 6'. major 8'1

fnlervalos consonantes i

Id: disonantes I TABLA DE LOS INTERVALOS Y S U S I N V E R S I O N E S .

.segunda menor, segunda mayor, segunda aumentada. tercera disminuida tercera menor, tercera mayor. 1 ­ ~ — i •' i i i (y *• •' i • i

TO' 1 septjma major. séptima menor.' sétima disminuida.. ^ sesia aumenlada. sesta mayor. sesia menor.

— ~ ­ p --y—z-0 l l j ^ z i s g _ : -f—o :—~£=zz¿ . — ­o o 1 — H

P = ­ f c rO 1 1 . — ; — 0 — J i

cuarla disminuida, ruarla justa. cuarta ; lilaila

quinfa aumentada. quinta ­ I - n

— № — Yh o—_ &— t C h . . I

, quinta disminuida. cuarta aumenlada ruarla.

o— o-

cuarla disminie

íuv" sesla menor. so ia major. sesta aumenlada séptima disminuida, séptima .menor, septinuí majur.

" ~~ i ­ ­ ••­—' • —r — m fi— i 1 ¡ r—— '• ~

m \

m tercera, mayor. terrera menor, tercera disminuida. segunda aumenlada. segunda mayor, segunda menor

- 0 = ^ - 0 - 1 A. R . 8 4 8 .

Page 76: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

4

NODOS LLAMADOS GENERALMENTE TONOS.

La música cont i ene dos e s c a l a s p r i m i t i v a s que son el mode lo de todas l a s tiernas. La

una c o r r e s p o n d e al modo m a \ o r , c u j a t ó n i c a e s DO, \ l a otra al modo m e n o r c íñalo ,

nica es LA, y se l l a m a n r e l a t h a s una de o l í a .

La t ercera > s e s l a de la e s c a l a son l a s que le dan el carácter de mayor o menoi.fNn

d e \ e confundirse el MODO, el TONO,y ESCALA-, por que son d i ferentes c o s a s . La F s r a l a

représenla los s i e t e s o n i d o s n a t u r a l e s , el Modo s e r e f i e r e a su l e r c e r a \ s e s t a d á n ­

dole el c a r á c t e r de i n a \ o r o' menor, y el Tono se ref iere a su tónica , pero s e d i c e IM

mayor , DO m e n o r & por s e r m a s s e n c i l l o .

ESCALA MAYOR. ESCALA MENOR.

"O LZZI m -o- -joz. -50 - o

4 DE LOS GÉNEROS.

l o s géneros son l i e s - el DIATONICO que s e forma con l a s n o t a s de la e sca la natural .

Kl i IDiMVnon, allei ando una nota con s o s t e n i d o ó l icinol, cuya a l t erac ión forma el s e .

i i m l • 'io <• i-ornatici», d i ferenc iándose del s e m i t o n o d i a t o n i c o , por e s t a r f o r m a d o es le ,eu_

I H d o s indas d i s t i n t a s , s u b i e n d o o bajando de una a otra un s e m i t o n o , y el INARMO-

Nlfn ,que s e \ e r i f i c a s i e m p r e que d o s notas d i s tante un tono s e reúnen en un m i s m o

lirado, a l terando la infer ior con s o s t e n i d o , \ la super ior con bemol fCoino DO % ) RE

o al contrario,- y¡ t a m b i é n alterando una nota con doble s o s t e n i d o , o dob le b e m o l .

gt¡ i'ii» d i a ton i co .

"77"

EJEMPLO.

M-milono Cromatico. M-mitono Diatonico. (¿enero I n a r m ó n i c o .

"O ZrO~ 4 ?V 5^ C, *

Wo— Ì Subida a p á r e n l e , ba j ada a p á r e n l e .

A. R . 8 4 8 .

Page 77: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

MOVIMIENTOS.

Ay l i e s mov imientos que son , el recto, el oblicuo, y el contrario. El primero se efecto;

cuándo dos voces marchan j u n t a s de grado o de salto. El segundo, cuando una voz efela

quieta y la otra baja o sube y el t ercero , cuando una voz sube y otra baja

E J E M P L O

movimiento recto. movimiento oblicuo. movimiento contrarío.

MANCHA DE LAS CONSONANCIAS °

l a quinta y la oc tava l l a m a d a s c o n s o n a n c i a s p e r f e c t a s p u e d e n u s a r s e por el mo­

v i m i e n t o o b l i c u o y el c o n t r a r i o . _ . . .

E J E M P L O .

.Movimiento oblicuo. Movimiento contrario.

ZU1 . —o— " r>~^ o 9 \ ~ _ ¿ L - ~ : _ ..o- r ¡ = _ , fj. ° \

También puede p a s a r s e á d o s v o c e s s i n que lo r e p u g n e el oido de una C o n s o n a n ,

cía p e r f e c t a a otra p e r f e c t a poi m o v i m i e n t o r e c t o , s i e m p r e que la voz super ior su

ba ó baje un g r a d o , c o m o s e d e m u e s t r a en los s i g u i e n t e s e j e m p l o s .

E J E M P L O 11 EJEMPLO 2°

!>e h Perfecta b _ ! > _ _ * L . D e la Itiq erfec t a . * .. -Q~„ o—J-o „ — a -jr-9r—o-1^ v - r<

o:z~: •A h Perrería. —O • j—O a , a ^ r t e c t a . (J O — - f - ~~

l ú a s u c e s i ó n de c o n s o n a n c i a s i m p e r f e c t a s s e p u e d e u s a r por l o s ( r e s m o v í .

lu i en te s y s i e m p r e con buen r e s u l t a d o .

A. R . 8 4 * .

Page 78: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

EJEMPLO

Moviuiipnlo rrc.lo. Id .'old i cu o. 1(1. COIIlÍMriu.

^ .._ — . w

Q U I M A S Y OCTAVAS.

i na s u c e s i ó n de dos o mas q u i n t a s j u s t a s , } oc tavas , entre dos p a r t e s i g u a l e s q e e

«uhan l»a]en , e s tán reprobadas , por que s e o p o n e n a la var iedad de la armonía

Ouintas reprobadas.

r ¿ z z g - f - 7 7 ^ :

© " u f y o g- -

A más de dos v o c e s el uso de dos q u i n t a s s u c e s i v a s no s e pueden reprovar abso ln .

l amente por que no d e s t r u y e n el buen e f e c t o de la armonia . La prohibic ión de do<-

o mas o c t a v a s s u c e s i v a s en rigor de armonia e n t r e dos p a r l e s ó v o c e s no e s poi -qui

*e o fenda el oido aun que s e L e a una larga s u c e s i ó n ; s i n t por que s u e f e c t o e s

m a s p o b r e que »T de Ja q u i n t a , } d e s t r u y e l a v a r i e d a d de la a r m o n i a . Dos ocla .

vas por movi m í e n l o c o n t r a r i o de 4 a o' 5: s o n p e r m i t i d a s e s p e c i a l m e n t e en f inal de

p e r i o d o .

EJEMPLO.

flecas prohibidas. (¡clavas ptrni idas . -

o • * • o - - 1 ^ o — rzz

•j- -& v ° & w

r —r

u 7 — .. - o j -6*-

T I E M P O S F U E R T E S Y D É B I L E S DEL COMPÁS.

l a duración de l o s s o n i d o s la fija el c o m p á s , } e s t e s e d iv ide en p a r t e s i g u a l e s ,

v e s t a s en f u e r h s } d é b i l e s . E s t a s d i v i s i o n e s s o n n e c e s a r i a s para saber doiid»1 h

han de hacer l a s r e s o l u c i o n e s > u - o de l a s d i s o a a i i ' i a s , y la a c e n t u a c i ó n de L * m _

A. R . 8 4 8 .

Page 79: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

Ii»bas en la m ú s i c a v o c a l . - E n l o s r u m p a s e s de cua tro t i e m p o s , y en l o s de d o s ; son

f u e r t e s l a s p a r t e s i m p a r e s , y d é b i l e s l a s p a r e s aun que en los de cuatro t i e m p o s s e

pueden c o n s i d e r a r f u e l l e s el pr imero y el s e g u n d o para el uso > r e s o l u c i ó n de las d i s o ­

n a n c i a s , y el t ercero y cuarto d é b i l e s . En l o s c o m p a s e s de t r e s t i e m p o s la pr imera es

f u e r l e , y la s e g u n d a fuer te ó d é b i l , pero la tercera s e considera s i e m p r e d é b i l .

EJEMPLO.

o así je f) l) *- 4>— fr—n- f -* D— - ñ F — * n - - * l> i r — * .¿i F D K l) 9- 4>— fr—ci r •* -a F — * n-* D ¿r—' •> ft

/~l y. z§~jfL-i3. a -p—.yzDLjr-Zfz-j — ó : *--§ zzjr—l. _irr..fi—Jtiizir » \ — . - \

CONOChMlENTO DE LOS I N T E R V A L O S EN LA G U I T A R R A

Es muy n e c e s a r i o c o n o c e r b ien los i n t e r v a l o s en la Guitarra para la f o r m a c i ó n d e s ­

acordes, y para leer con m a s fac i l idad la m ú s i c a e scr i ta para e s t e ins trumento .

P r i n c i p i a r e m o s mani f e s tando l o s i n t e r v a l o s f o r m a d o s por l a s c u e r d a s al a i re en su

af inac ión natura l , que e s por c u a r t a s j u s t a s ; e s c e p l o la t e r c e r a con la s e g u n d a que

forman un interva lo de t e r c e r a mayor.

EJEMPLO.

rua r l a , ruar la , ruar la . t e r ce ra , ruarla

O X "

I g u a l e s i n t e r v a l o s s e forman e n c u a l q u i e r punto d e l d i a p a s ó n pisando las cuerdas en

>in m i s m o t r a s t e , resu l tando l a s m i s m a s d i s t a n c i a s t r a s p o r t a d a s .

\ EJEMPLO.

c u a r t a , cuar ta , cuar ta , t e r c e r a , cua r t a .

A. 11.848.

Page 80: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

8

E J E M P L O S

í?i i?jnr . Ídem, ídem. 3? menor, ó! mayor. .51 menor. Ídem, |dem. 2? major. 3? mayor.

k o - o roí

J

\\.\-\t. 2V Irasle.

2 ' n i a \ ídem. Ídem. 2 ,!nien. 2'may 2.,men. Ídem. Idern. unisono. 2?nien. unisono

'H .... • '•••••^ ¡ o o

so f

4° trasle. 5? Irasle .

Si e n l r e d o s c u e r d a s i n i e d i a l a s s e d e j a i n m o b l e la m a s b a j a , y s e s u b e por

semitono»- la i m e d i a l a ( q u e e s al r e v é s de l o s e j e m p l o s a n t e r i o r e s ) Jos intervalos

s e h i r á n a u m e n t a n d o , y s e r á n de c u a r t a a u m e n t a d a , d e q u i í U a , de s e s t a m e n o r ,

de s e s t a m a y o r , q u e e s lo m á s que p u e d e h a c e r s e c ó m o d a m e n t e , ' i n l r e Ja terce­

ra y I¿í s e g u n d a r e s u l t a r á n j r e s t e o r d e n l o s i n t e r v a l o s de c u a r t a , c u a r t a au­

m e n t a d a , q u i n t a y s e s t a m e n o r .

A . R . 8 4 8 .

Subiendo pot s e m i t o n o s la ñola mas b a j a , ' e s t o e s p i sando la r ú e n l a a que c o r r e s _

p o n d a dicha ño la un l i a s t e a d c l a j i l e ; y dejando i n m o b l e la im-edia la , l a s d i s t a n c i a s

se . d i n i i i n u y e n , y los i n t e r v a l o » que Juran repulí ando s e r á n de t ercera mayor, de l e r .

ccra u f í i o r , d.e Segunda mayor , de s e c u n d a menor y pul* li»¿ el u n i s o n o , t s l e r e s u l l a

do lo d a r á n dos e u e n f a s i n i e d i a l a s en cualquier punto del d iapasón, e s c e p t o la t ercera

con la s e g u n d a , que por Coi m a r en su a í i u a i i o n el i n t e r v a l o d e t e r c e r a m a y o r , darán

por t-ste orden los i n t e r v a l o s de t e r c e r a m e n o r , de s e g u n d a mayor , de s e g u n d a me

ñor, y el u n i s o n o , c o m o s e m a n i í i e s l a con l o s s i g u i e n t e s

Page 81: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

IJEMPLOS .

•i', aun) . vjnn'B. 6\' may. каши. 5? 6':'men. tí il­ma v.

( T i l ч~-

5a у

ZZI ­чч?­

i i ' au iu . 5? tí'? m e n . tí:lmav.

I ; i e , j l as

4Í1 iiu in. 5?

-O-

3 a y 2?

(if UK 1: .

4a a uni.

Cuerdas P 2 a v pr ima .

6" men. tí'.1 Ill a V

ZUl Z7ZL

Kutre (los cuerdas' a l t ernas , es decir , entre la tí? y 4 a , \ la 5a j 5 a Jos i n t e r v a l o s <|u<

s o l í a n son d e / e p t i n i a menor,­ v entre la 4a v la 2 a , y Ja 2 a y prima, de s e s l a n i a \ o

­t i l lando i g u a l e s in tervalos en cualquier tras te que sean pisadas i g u a l m e n t e dicliasv u n .!

r 1 С

E J E M P L O .

7. ainen. idem. 6 a iiwy í d e m .

IL О

. Cuerdas, б? y 4 a 5 a j 5a. 4 a j 2 a

IZZT

o. y ­prima

Dejando (juiela la nota m a s al ta , y subiendo por s e m i t o n o s la m a s baja se disumai

л е и los inle'rvalos > resul tan de s e s t a mayor, s e s l a menor, y quinta; entre lav cm­rda­

C) ')\ } } ) (

' ° s p s

ta m e n o r , quinta , y quinta d i s m i n u i d a , e n t r e Jas cuci d a s < u

arta \ s e g u n d a л t e r c e r a y p r i m a . S i g u e n l o s e j e m p l o s .

Л . R. 8 4 8 .

Page 82: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

10

EJEMPLO

5 a «I i sin. 6? may. 6 a me» . 5a.

E 3 r l

(lúerila:. tí! y 4'.'

6". 'Il i ín.

7 7 ^ • '

5 a d ism.

H9-

r ¡ i . . a

6 a mes .

- 6 * - -&-

Cuerdas .{•?} 2 a

-o-. -íf<2-

321

5 a disin.

H9~

¡21

5 a y prima

5 . " d is in .

Entro Jas m i s m a s c u e n t a s dejando i n m o b l e la mas baja,'y s u b i e n d o por s e m i t o n o » la

o t ra , s e aumenta Ja d i s tanc ia y l o s i n t e r v a l o s que r e s u l t a n son: de s é p t i m a mayor r'r

oc tava , de novena menor , y de novena mayor-, y entre la cuarta y - s e g u n d a , y la tere*-';-;»

v prima serán de s é p t i m a menor , s é p t i m a m a y o i j y de o c t a v a .

E J E M P L O .

7'? may. Octava. 9 a men. 9? may. 7?may. Octava. 9 a nu-n. 9 a may.

IZZI

Cuerdas ti's i ' o.y O.

/. nien. 7 a nuj Octava. 7 a men. 7 a may.

-9

Octava.

-6>-

Z2t

4* f~t

Cnerdas 4 ay 2 a 5* y prima .

Entre dos c u e r d a s i n t e r m e d i a s , s i e m p r e r e s u l t a n i n t e r v a l o s de novena y dec ima . .po l ­

lo m i s m o , e l formado e n t r e el s e s t o y cuarto , e s una d e c i m a menor, e n t r e el quinto y

la s e g u n d a de novena, y lo m i s m o entre el cuarto y la p r i m a ; d i s m i n u y é n d o s e la t i i s t a i i

cia de ps los s i s e s u b e c r o m a t i c a m e n t e la nota mas baja, y a u m e n t á n d o s e dejando q u i e

la esta y sub iendo la m a s a l t a , c.omo q u e d a d e m o s t r a d o en l o s e j e m p l o s anter iores y

>s s i g u i e n t e s , A . R . 8 4 8 .

Page 83: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

11 EJEMPLOS.

10 a nieu. 9 a may. 9-?me». Ocla>a. •. , 9 a m¿y. 9? m«». v O.cUva *

-é> O-

Cuerda fiay 3 a • ' .. 5!y 2? »

- 9?oiay. 9? me» . Octava. 9? may.lO? "10* inay. i)'." may. III a lu? may

„ g

~0 °~-

0 n • ¿/7-

z? Cuerdas 4 a y pr ima. • . -5 ay 2 a. 4 a y prima.

El s e s t o con la s e g u n d a forma el in t erva lo de duodéc ima , y lo m i s m o eJ quinto con l:>

pr ima ,aunque para mayor fac i l idad en la armonia s e d e n o m i n a n por los i n t e r v a l o s ma¡>

« o r t o s , p u e s lo m a s c o m ú n e s l l e g a r hasta l a dec ima como ya s e ha d i c h o .

Creo s u f i c i e n t e m e n t e e s p l i c a d o s l o s i n t e r v a l o s , y. unj lu» d e t e n i d o algo en e s t a parle pe

- u a d i d o de que b i e n aprendidos , nú solo se leerá con mas fac i l idad la m ú s i c a , s ino que

formado un a c o r d e en cualquier tono, s e s a b r á l o s i n t e r v a l o s que l o . c o m p o n e n , s i es

de t e r c e r a y q u i n t a , o de cuarta y s e s t a

A C O R D E S EN G E N E R A L .

S e l lama a c o r d e , la reunión s i m u l t a n e a 4 e v a r i o s s o n i d o s . S e f o r m a n co locándo las 4

notas unassobre o t ras en p r o g r e s i ó n d e u n a , d o s , t r e s ó cuatro t e r c e r a s . EJ primer so .

nido s o b r e el que cargan l o s d e m á s s e l l ama bajo fundamental, y para que el a c o r d e sea

«•ompleto e s n e c e s a r i o que tenga al m e n o s t r e s s o n i d o s , y no p a s e de c i n c o .

Los a c o r d e s s e d i v i d e n en c o n s o n a n t e s y d i s o n a n t e s . El a c o r d e de t r e s s o n i d o s for

:na s o b r e el p r i m e r o una 5? y una 5 a s i l a 5 a e s mayor y la 5 a ju s ta s e l l ama «corde

•perfecto mayor, si la 3 a e s m e n o r y la 5* j u s t a , acorde perfecto menor p u e s la 3 a e s la

que c l a s i f i c a su naturaleza v s i la 3 a e s m e n o r y la 5? d i s m i n u i d a , acorde disminuido

c l a s i f i c a d o por su 5* . v

Page 84: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

12 E J E M P L O S

eorde jifrIVcl" uiüyor. acorde perfecto menor, acorde disminuido.

i 9

Si si' M I I W Ü baja c r o m a t i c a m e n t e a lguna de las notas de un acorde , s e llamara' «llr

-odo, cuya a l t e r a c i ó n s e h a c e genera l m e n t e en el acorde mayor y en el d i s m i n u i d o . S i

ii el a c o r d e mayor s e h a c e la 5? aumentada , s e A\rá,acorde mayor con ó? aumentad y

• .,(' hace la .V! d i s m i n u i d a acorde mayor con o*, d/sm/'/iu/dn y s i s e h a c e la $'? disminuí

,! . v I,» acorde d i s m i n u i d o con » a d i s m i n u i d a .

acorde ma)or ( u n

;V.1 auiiie-tlada.

E J E M P L O S .

acorde menor con acorde disminuido con

5 a disminuida. 5 a disminuida.-

- — w

=4

'I a uihi en se Iras forman los a c o r d e s unos en otros , s i n c a m b i a r s u s n o t a s de nombre

..-.iendolos de m a y o r e s , m e n o r e s menores o d i s m i n u i d o s y v i ceversa .

E J E M P L O S .

¿.(•'mi* \\\i)(\r Irasformado idem en dism. acorde menor idem en dismin. acorde disminuido tra--.

'n menor. trasformadoen may. formado en mayor.

/

ínrn

- 0 ^ - U 3 =-£-— — — • — — # r # " — —O - n & —€¿ - f i

— . V i _ S J O

• # ^ *%-r z u t ^ r &=• •

may. dism. men. mav men. d ism. dism. may.

Si uno o (los sonidos de un acorde forma parte del s i g u i e n t e , se-da el n o m b r e detra>

•••! '.eion de s o n i d o s , v también el de s o n i d o s de en lace o d e . r e l a c i ó n .

8 a

¿ 2

EJEMPLO . 5 a

s > — 0 _ • '6

ia 8'.' de sor se lu la 8 a y ~¿. de DO -e | ¡ .

Irasformadoen 5a. de D O . irasdWiiiadu »» ó. \ .V? de I A .

A . R . 8 4 8 .

Page 85: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

• , • . 15 ,\ -

S e IIajena a c o r d e de 7.a el f ormado de u a > o son idos en p r o g r e s i ó n (fe t r e s t e r c e r a s ,

la s c u a l e s f o r m a n s o b r e e l f u n d a m e n t a l una 3 a una 5* y una 7 ? , y s i a e s t e acorde se

l e a g reg a otra t e r c e r a s o b r e la *7.a r e s u l t a r a ' el a c o r d e de c i n c o s o n i d o s l lamado- de

i i o v e n a m a y o r ó m e n o r , s e g u i r l a n a t u r a l e z a d e t e s t a s .

acorde de 7?

E J E M P L O . r <

acorde de 9?may. ide.ui.meu.

Q — g : r i ? r i a—: 1 1 Vl y¡ 1 frT) Y> Yj 1

JOL í 1 o J il 1 1

I N V E R S I Ó N DE L O S A C O R D E S .

$ e l e da el n o m b r e de i n v e r s i ó n , al c a m b i o que s e h a c e en un a c o r d e t r a s l a d a n d o

al bajo l a 3* 5? y 7.a qire c o r r e s p o n d e n a l a s v o c e s . p n el acorde de t r e s s o n i d o s no hay

m a s q u e dos i n v e r s i o n e s ; e n la p r i m e r a ocupa el bajo (i) la 3? del f u n d a m e n t a l , } ' c a r .

l iando s o b r e e s t a la 5* y la 8? forman un acorde de 3 a y 6 a «y en la s e g u n d a i n v e r s i ó n o.

cupa el bajo la 5 a y c o l o c a n d o s o b r e e l la la 8* y l a 5 a r e s u l t a un .acorde de 4 \ ^ 6 a En

el acorde de cuatro s o n i d o s hay t r e s i n v e r s i o n e s , en la p r i m e r a ocupa el B A J O m u l o .

p i c o la 3* del a c o r d e , y p u e s t a s s o b r e e l l a la 3* la 5* y la 8 a de l f u n d a m e n t a l , resulta

un a c o r d e de 3 a 5 a y 6 a En la s e g u n d a i n v e r s i ó n ocupa el bajo la 5 a , y pues tas s o b r e

ella la 7 a 8 a y 5* f o r m a n un a c o r d e de 3 a 4 a ' y 6 a En l a t ercera i n v e r s i ó n ocupa e l b a .

jo la 7.*,y c a r g a n d o s o b r e e l l a l a 8 a. 3a 5 a s e c o m p o n e un a c o r d e de 2 a 4! y 6*

E J E M P L O .

acorde de tres notaos. t? inversion.

acorde de 1" inversion. 2?inversion. 3?inversion. 2 a inversion. cuat ro n o t a s . 6? a

A R M O N I Z A C I Ó N .

Por ARMONIZACIÓN s e e n t i e n d e , l a r e u n i o n d e a c o r d e s con que s e a c o m p a ñ a «>.un can_ -•—— .

to s e a en el bajo o' ,en c u a l q u i e r o tra v o z . ~

( l ) E l b a j o en l a » inTcrsinnct, ci e l s o n i d o que c o r r e s p o n d e a u n a m e l o d í a p o r 1<> c u a l f l e da e l n o m b r e d e Bajo m e l ó d i c o .

! i » " i n g u i e n d n l o a»i M b a j u f u n d a m e n t a l <j U e e» e l p r i m e a - s o n i d o d e l » 'oi:¡e. ,

A. R . 8 4 8 .

Page 86: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

u

C O N O C Í M i l V I 0 D E L ACjOR DÉ P E R F E C T O t .

Y S F S Í N \ E i i S I O N E S EN LA G U I T A R R A .

E s l e a c o r d e s e c o m p o n e de 3* y 5? y para usar lo a c u a t r o v o c e s hay que -doblar el

()if!o á su 8* r e s u l t a n d o un a c o r d e de 3* 5? v 8 a el cual s e e n c u e n t r a en la Guitarra en

einct» parages d i f e r e n t e s del d i a p a s ó n , e s c r i t o bajo la m i s m a f o r m a e n t r e s de ellos,

y en l o s dos r e s l a u t e s inv ir t i cndo la 3 a. del acorde a su 8 a El o r d e n de l o s dedos e n

cada p o s i c i ó n e s d i s t i n t o , y h a y que h a c e r la n o t a f u n d a m e n t a l de l a c o r d e en la

c u a r t a c u e r d a en dos p o s i c i o n e s , y e n o t r a s d o s con l a qu in ta c u e r d a , y en la ul

l i m a c o n la s e s t a. O b s é r v e s e , que una v e z a p r e n d i d a s l a s p o s i c i o n e s de e s t e a

c o r d e en un t o n o , se e j e c u t a r á n con l a s m i s m a s p o s t u r a s en t o d o s , s i n m a s q u e *

v a r i a r de t ó n i c a , y lo mi smo- ' en l a s ín v e r s i o n e s , e c e p t o en l o s c a s o s éu q u e e l

d e d o i n d i c é no t i e n e n e c e s i d a d de f o r m a r la- ceja ' por b a i l a r s e formada por l a e ¡ _

jue la d é l a G u i t a r r a , c o m o s e de m u e s t r a s o r l<;> s i - ; u i e u t t ' S

EJEMPLOS.

MI mayor. KA- mayor. ,- -FA..? iiuy^r. SOL majoi-. r: 2 ' _ i.' t: .;.

Por el m i s m o orden que M» ha h e c h o e s t e a c o r d e o i i M r . * A , m a y o r , KA ?,y s o l , s e puede

c o n t i n u a r en s o i . j¿, I . A , s i n m a s q u e v a r i a r de t ó n i c a c o m o ya s e ha d i c h o .

La p r i m e r a y s e g u n d a i n v a s i ó n d e e s t o aco'rde, s e e n c u e n t r a n e n l a Guitarra en

tres p u n l " v dilVí e n l . u n a s o b r e la c u a r t a c u e r d a , o t r a £ o b r e l a qu in ta \ o t r a s o .

l i e la > e s t a , e j e c u t á n d o s e i g u a l m e n t e en t o d o s l o s t o n o s c o m o s e ha d i c h o d e l

acorde f u n d a m e n t a l . E J E M P L O .

.... 2?id'-ni. I a idem. 2? idem. i m n : $ 0 M I a idem. 2'vlem.

-4_g_« . * / „ g J?. _ 0 3>L_ qj¿JJ . . _ _. ._ . yzr^_-T- f #. • v-.. „.g—n < » > +y g * _ — !. , - I

* a s - g ®+- r f -A» - * - € - - -©^ A - * 1 - - - g M { - 1

* V ^ •>• ^ 0 a

G J y*' A. R . 8 4 8 .

Page 87: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

, 15

En l o s t o n o s m e n o r e s v a r í a a l g o el- o r d e n de l o s drd.os : pt.-r t e n e r que h a c e r lar-ter. . » . . . "

cera del acordé , m e n o r que e s l a que c l a s i f i c a su n a t u r a l e z a . ' - • ] « • • • •

CONOCIMIENTO D E L A C O R D E DE 7.a Y S I S I N V E R S I O N E S .

E s t e a c o r d e s e c o m p o n e de 5 a

r ; . 5 a y 7 a y para e j e c u t a r l e con f a c i l i d a d e n la Guitarra

e s n e c e s a r i o e s c r i b i r l o t r a s l a d a n d o l a a* d e l a c o r d e á su 8 a y l o m i s m o en l a s in .

v e r s i o n e s ^ p u e s e s c r i t o C o m o n a t u r a l m e n t e s e p r é s e n l a s e r i a muy du!(j-cì 1 s u

e j e c u c i ó n . ,

S e e n c u e n t r a e n t r e s p u n t o s d i s t i n t o s s e g ú n s e t o m e la n o t a f u n d a m e n t a l , en '

la c u a r t a c u e r d a , en la q u i n t a d en l a s e s t a - , r e s u l t a n d o t a m b i é n i g u a l e s p o s l u .

r a s en t o d o s l o s t o n o s e i g u a l m e n t e en s u s i n v e r s i o n e s .

S u p r i m i e n d o la qu in ta y doblando . l a - o c t a v a s e e n c u e n t r a a d e m á s en o tros d o s

pai a g e s , uno e o n el f u n d a m e n t a l en la c u a r t a c u e r d a , \ otro en J a q u i n t a .

E J E M P L O .

JL

Las t r e s i n v e r s i o n e s de e s t e a c o r d e s e e n c u e n t r a n s i s e t o m a d a c u a r t a cuerda

por funda m e n t a l , l a q u i n t a o Ja s e s t a , s i e n d o d i f e r e n t e p o s t u r a g e en cada una de

e l l a s c o m o s e ve e n el e j e m p l o s i g u i e n t e .

.EJEMPLO.

I a. inversión. 2'? id. 5 a id. 7 a

4-7 id. 2f id. 51 id.

>L\ Kií la 4 a En la 5 a.

7 a 'il id. 2 a id. 5-:: id.

:/ ? - J En la (5a i

D o s o b s e r v a c i o n e s hay que h a c e r en l o s a c o r d e s de c u a t r o s o n i d o s la una es,que

t e n i e n d o que t r a s l a d a r l a 5 a á s u 8 a t a n t o en el a c o r d e - f u n d a m e n t a l c o m o eii s u s

, yL^ En '.a 'riTcriinn, ?.a nota que be camina a la e» la '¿* A. R . 8 4 8 .

Page 88: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

1(5

i n v e r s i o n e s , se i n v i e - e e l orden d e l a s d i s t a n c i a s c o n v i r t i é n d o s e l a s t e r c e r a s en

d é c i m a s , y l a s s e g u n d a s en novena?, , r e s u l t a n d o un a c o r d e de ó? 7? y 10?, su pri._

•mora i i t v e r s i o n , a c o r d e (le 5? 6* y lo:' su s e c u n d a i n v e r s i ó n a c o r d e de 4? 6? y 10'? y

su t e r c e r a i n v e r s i ó n a c o r d e de 4? 6? y (J? por cuya c a u s a s o n m a s g r a t o s e s l o s a ,

r o í d o s en la Gui tarra . La otra e s , que e s t o s a c o r d e s \ s u s i n v e r s i o n e s s e e n e ü e n .

l i a n en t r e s p a r t e s d i s t i n t a s d e l d i a p a s ó n , se<jun la c u e r d a que s e e l i j a por i'un

da m e n t a l como ya s e lia d i c h o .

R E S O L U C I Ó N - D E ' LA 7.» DE LA DOMINAJNTE.

En t o d a s l a s e s p e c i e s de 7 ." t a n l o el f u n d a m e n t a l c o m o e s t a , t i e n e n u n a m a r c h a

d e t e r m i n a d a donde d e v e n h a c e r su r e s o l u c i ó n n a t u r a l ; e s t a , ( leve s e r , que el fon

d a m e n t a l ha de s u b i r una 5" d bajar una 4? al f u n d a m e n t a l del a c o r d e s i g u i e n t e , v

la 7? deve bajar un grado a l a 5 a de e s t e f u n d a m e n t a l . Los a c o r d e s de 7 a pueden se»

c ú m p l e l o s e' i n c o m p l e t o s , por que s e puede s u p r i m i r la V! v e n su fugar poner la 8:

E J E M P L O .

7? iloniin'.' resolución . o asi

?;r

rcsohicion. f.'invers'.1 resolución. 2ainvers'.1 resoli» i o n . Sinveis 1 . ' resolución.

r? ..

' "o -o—

P R A C T I C A EN LA C U T A R R A DE L A S T R E S I i \ > E R S 1 0 N E S Y

SI KKSOl.l C10N NATURAL.

ni la i : el funilamenlal.

~0-T

2.a i! Ir.'

n - ' 0 . . _ # r en la 5? el íuudanieuU

JKZl 0 -

CU U 6? el

r;:i.ilanienlal.

/ r . í . l l ' . ' Rl' 2? 111 R'.' O? I1.1 R»

0-

\ . R. 8 4 8 .

Page 89: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

17

I.siala major.

¿ M U Í y - ?

Ionica. 4 a

EJEMPLOS.

I Escala'intììor.

5?

•<9-

5 a

1 6'."

Kl a c o r d e i n e n o r s e u s a Sobre l a 2? 6 a y J* de la e s c a l a mayor' y sobre l a

It.iiica y C de la e s c a l a menor .

El a c o r d e d i s m i n u i d o s e usa s o b r e la 7* de l a s d o s e s c a l a s y s o b r e la 2? de

la e s c a l a m e n o r .

un-rior.

i' I-2? 3 a

E J E M P L O S

To n i c a .

- c o ­

d i s m i nu i «lo.

o

3 : 7.a

2a.

D E L A C O R D E DE 7 ' S O B R E LA 2 a DE LA ESCALA MAVOR,

U.4MU)l i TAMBIÉN JU SElifNbA E S P E C I E .

E M e a c o r d e s e c o i n p o n e de 5 % - . 5! y' 7 a < s u p r i m e r a i n v e r s i ó n de 3 ? ^ - 5 . ' y C.'^

- i . s e j iunda de o.'< 4 a y o í< . y s u t e r c e r a de 2 a 4? y D i c h o a c o r d e s e usa s o

bre .la V. de. la e s c a l a mayor, y h a c e - s u r e s o l u c i ó n natural t-n e l a c o r d e per fe c.

t j de la d o m i n a n t e . T a m b i é n s,e i n d i c a c o n el n o m b r e de Svperlonica, su p r i m e .

A. R. 8-i8.

I o - a c o r d e s p r i n c i p a l e » son l o s (pue s e fo rmal i s o b r e la tòn ica la 4: y la 5 \ p u e .

soii l o s <j»ie d i v i d e n l a s i ' r a s e s y l o s p e r i o d o s , inarcati ci m o d o y d e t e r m i n a l i l o »

!'« ,p ti S OS .

I l a c o r d c m a v o r s e u s a s o b r e la t o n i c a 4* v 5* de la e s c a l a m a v o r , y s o b r e l>

y ';: de la e s c a l a i n e n o r .

Page 90: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

18

EscaL LLUVLIR. "

7.'»2? r>| | i ' c ¡ i . R';

SU p<> r( 0 4 ¡(­Л

o

o s t i i n b i ' . ü i i i . ­ . ' i i

7 7

1 1 1 ~Q~

• •••••• : < y

f. ^.—

Л. 1 ;

Mlb |H/ l ­< \ . .

I i lll» .

7?

E­cala menor. ­ \

I •) . O |MCM'.

& I <-\\\\*v l o n i r a .

t : 1

--—— /9 ^ - " Г /

sub domina*;»'.

2 ' i'.

~ 7 7 ~

17 suiícnlijiiiinanl'

.)'. i"

E l •-9-

s u p e r s r p t i u u .

1

A . R . 8 4 8 .

«•a i n v e r s i ó n s u b d o m i n a n t e , su 2? su n e n i o mi na rite, > su У: s u p e r s e p t :111a. s o n ne­

s a r i o s p a r a u s a r l o , t r e s acordes ­ , q u e s o n el de Ja ргеримсг'оп, percusión,yreso^

don. Esta c i r c u n s t a n c i a e s g e n e r a l para el u s o de l a s d i s o n a n c i a s aun que a lgu .

ñas e s t á n e x e n t a s de p r e p a r a c i ó n , pero no de r e s o l u c i ó n , l a p r e p a r a c i ó n c o u s i v

en e s t a r c o m p r e n d i d a en un a c o r d e , la nota que lia de s e r d i s o n a n t e en el sii;n:

t e . La p e r c u s i ó n , q u e e s el t i e m p o f u e r t e en que d e v e e s t a r l a d i s o n a n t e ­ . \ l a re

s o l u c i ó n , que e s c u a n d o ' l a d i s o n a n t e baja un g r a d o á una c o n s o n a n t e , en el l i e m .

po d é b i l .

La 7? p u e d e p r e p a r a r s e e n la t ó n i c a , en la 6? y en l a 4 a y s u s i n v e r s i o n e s . L a s

gunda i n v e r s i ó n d c \ o p r e p a r a r s e en la ( ¡ T o d o lo d i c h o a c e r c a de e s t e a c o r d » .

e s a p l i c a b l e ai a c o r d e d i s m i n u i d o c o n 7? m e n o r , el c u a l c o i i s t i t u \ e l a 1* llanía

da de t e r c e r e s p e c i e ­ , e s c e p l o que e s t a , p u e d e u s a r s e m u c h a s v e c e s s i n prepara

c i o n .

R E S O L Г С10 N D E LA 7.a DE SEGL4NDA V T E R C E R A ESPECIE

Y SI S LN\ERSl()FvES.

Page 91: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

E J E M P L O S D E L A - P K E P A I U C I O N DE LA 7 a

\ LE S I S I N V E R S I O N E S , E N LOS ACORDES

DE LA T Ó N I C A «? V 4 a F U N D A M E N T A L E S Y S I S I N V E R S I O N E S .

En la 8? dt-la T ó n i c a .

P repa rac ión . Percusión. Resolución.

ZUZ 1 O IT

~ó~

9

-o-

R.

-Orr—- 1 ^ i O .¿—- & o

L" ^ 7 " é> •• . f-¿ /7'" # Izzzzzzz^^*^ rA —QO O O— L— - n f7

K n

i: (•

¡a .1 .

la í ¡*

Preparación. Percusio!*.. Resolución.

~ 2 ~ 2 2 T o

zz :

li .

- é 5 -

2 2 T Z7

p. p.

- 0 - 9 -8= 2

P.

2 2 1

i t 27

Kn h ¡i 'I e la 4

Preparación. Percusión. Resolueion.

3 E " 2 2 7

17"

P.

" 3 "

K.

-O-

zoz z s : ^ 9 77

8= 3. -O--O -

.o . 9 •--

PREPAIIAClO N DEL BUl) E.\ L4 2! lN\EHSIo. \

o #—-> ó — ^ - o

ZRZZZZM.tl °n "I

- 1 ^

A . R . 8 4 8 .

Page 92: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

20

También r e s u e l v e n por a c e p c i ó n , con f r e c u e n c i a del modo s i g u i e n t e .

- 0 - i? ztzl -o-

4.

-oo-

7 7 V

ZZZL -fr­ eí

-O

' -Q--

P R A C T I C A EN LA CHITARRA DE E S T O S A C O R D E S .

• Todo cuan lo s e lia d i c h o con r e s p e c t o a Ja pract ica en la C u i t a r í a deJ a c o r d e de

s o b r e la d o m i n a n t e , e s a p l i c a b l e i g u a l m e n t e a l o s de 7* s o b r e la 2 a ó s e a n de s<-

inunda d tercera e s p e c i e (pie a c a b a m o s de m a n i f e s t a r ; pues como a c o r d e s de c u a l n ,

s o n i d o s , s e e s c r i b e n .del modo que s e ha d i c h o , y s e e n c u e n t r a n en Jos m i s m o s

parages del d i a p a s o n , c o m o t a m b i é n s u s i n v e r s i o n e s , c o m o lo d e m u e s t r a n l o s > i .

unientes

En la \) fílenla.

En la ,V? cuerda,

-.o _

fi.1.1

_ 0

•—0-

E J E M P L O S .

i : h x. • v.

/ — i — : - o , # -

V. \\\Y. -Q-:

.

( 11 : í* rlüüi'c

_ : Z: "O'o'

o fi;

í

su I;doni i na n l e . • úpenlo mi na li le. super sepl ima.

Id 2 ;: Inv." R"

z z :

5; Inv."

6 < -

E D la f,: t - u e r d a - . . ' 2

Inv.» R! i i ln\ ' : • R n - 3 aIn\.»

0 0 - o ... -y-o

O

R!'

no La V de s e g u n d a e s p e c i e t i e n e l a ' p r o p i e d a d de p o d e r al le r a r s e • d o s d e s u s i

l a s , la 2; y la í ' y e n e s l e caso s e f orma un a c o r d e d i s m i n u i d o de 7! m e n o r l lama

do de T. d i s m i n u i d a c u y o d e d e o e s i j¡ual al de é s t a , r e s o l v i e n d o por ece 'pc ion en

la :>a d e l a c o r d e d e [., t u n i c a ••!•• M » SO!.. b'>. v sil p r i m e r a v s t ^ u i i d a i n v e r s i o n en el

A . R. 8 4 8 .

Page 93: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

\ 2 1

-t-G-R"

_ £ 2 _

IT. 3

I a Inv» e-

tOn -

RV

3 - 0 -

2? Inv!1

•o-

2 2 1

-e9-

•3l

3 a Inv«

zz:

R"

••77

TT —53»

Kste "acorde e s muy u s a d o con las dos a l t e r a c i o n e s por s e r muy e legante su r e s o l u _

' i o n y p u e d e e j e c u t a r s e en l o s m i s m o s puntos que el anter ior y aunque í l d e d e o e s i

líual al de la 7* d i s m i n u i d a , no p i e r d e por e s o el c a r á c t e r de xuper'tdnica, svb-domt..

Hanle, svperdominante, y superseptitna, con d o s a l t e r a c i o n e s a s c e n d e n t e s . La pr imera ¡n.

vers ión FA t , LA, DO, RE % e s l a m a s u s a d a .

E J E M P L O

de la r e s o l u c i ó n de \n>*vpertonica y s u s i n v e r s i o n e s con d o s a l t e r a c i o n e s ascendentes

y de l o s a c o r d e s que p u e d e n a n t e c e d e r l e s .

A acordes anter iores . A. F.

* • lo-RV

_Z2_

acordes a n t e r i o r e s , I a 1 nvi» -G- .

R'l

2 2 1 -&-

2 a Inv." R" 3. a Inv» RV

ti n . O =£=^= -t-rP —9¡ — ü-— '— i — b * - ö 1 —£—G

n &G * - ¡1 fa*- y,—

9r- = £ = ^ r J

—ti n - G -G * O ' G—— GG~ \\

-G-

DEL A C O R D E MAYOR CON 7.a MAYOR, LLAMADO 7.a DE CUARTA E S P E C I E .

Acorde f u n d a m e n t a l , 3 ^ 5. 7 = » . I a i n v e r s i ó n 3 ^ - 5 , 6 \ < 2 a i n v e r s i ó n 3 ^ 4 . 6 ^ - 3 a i n v e r s i ó n

2 - c 4 . ( 5 . < D icho acorde s e usa j e n é r a l m e n t e sobre la 6 a de la e sca la m e n o r , y resue lve en

el acorde d i s m i n u i d o de la 2 a de ía m i s m a e s c a l a (con 7.a o s in el la) ten iendo que enlazar,

s e con la d o m i n a n t e de e s c a l a para ir a' la t ó n i c a , por lo cual son n e c e s a r i o s c i n c o

a c o r d e s para visarle que s o n : el de la preparación, el de la percusión, el de la resolución,

«•I de la dominante y el d é l a tánica.-

- A . H . 8 4 8 .

acorde d e 4 a Y 6 a S U , DO, Ml, y hrtercera Inversionen l a misma tónica.

E J E M P L O .

Page 94: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

• La 7.a may»,. i ; t . i c } ü ¡ r en la 5 a de la e sca la* menor y en s u s i n v e r s i o r i e s , \

eií la Tk de la e s c a l a mayor relativa v s u s i n v e r s i o n e s .

E J E M P L O

•le'la 7.a mayor y s u s i n v e r s i o n e s , su p r e p a r a c i ó n y r e s o l u c i ó n

7 a m a y o r . 1v 1 n\." 2f 1 nv» o'lnv." p. A.F . RV. A. F. R"

2ZI 5P

P.

1

I a Inv!'

ZZ71 -Q-

4-

R?

Z7L.

o

p.

ZTZL

2 a Inv." P. 3* Inv'.'

o o n~— O — o — 2 — 1 . C 1

rj —% O 3 g — % — —9)— — « —

1—o— 1 f>-—1

••<9-r J r /

77 — = - 6 ^ — 1

o i q_—i

-e U Q 1

1 (9 1

- o V fÁ —O ° —1 n — —y> - "'A - « Q „ 1 — " — — J 9 — 7 ^ —*¡rO — g f • —O S t — — - -

11—f, 1 ,—L O &

• 77 o 1 J rj 1 ' O •G- '

' G •• 'tTf

7"

:zo... 2 * ZZ71 -o- -o-

77 ISr.

^ ' 3

También s e puede preparar y reso lver del modo s i g u i e n t e

ZZTZ Z &

45- 9-— 4-

77

4 -

f f C22_

$77

.77 f

F -<9-

f

4 -

V

ZZ71 JQ-

1771

-g-g-

2 = ^

-7J: f " f

A . R . 8 4 8 .

Í 7 7 "

371

Page 95: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

23 S e p u e d e h a c e r una s u c e s i o de a c o r d e s dé 7:\^cj}n' 1 as ñ o l a s na tura l e s de la e s c a l a ,

marchando el bajo por m o v i m i e n t o s de 5* bajando", y 4* s u b i e n d o ; dev iendo t e r m i n a r por

un a c o r d e de -7 . a s o b r e la d o m i n a n t e en la e s c a l a d o n d e se pr inc ip ió , o' e n su r e l a t h a

menor, o en su 5 a a l t a . ^

EJEMPLO. Mí I -6- znz

f f L a s m i s m a s r e g l a s que s e han e s t a b l e c i d o en l o s a c o r d e s de cuatro s o n i d o s para su>

prac t i ca en la Guitarra, deven o b s e r v a r s e en el acorde mayor con 7.a mayor, ó s e a de

e (uarta e s p e c i e , y s u s i n v e r s i o n e s , c o m o s e v e por el s i g u i e n t e /

EJEMPLO. en l a4 a cuprda .

=g

a. enl'á 5?

^zzr±z¿znz

en la 6'.'

-G-

m -o-ZUZ

ZSüZ ~zSz zzzz zzz. zm G ^ -6-

Va h e m o s dicho que con l a ad icc ion de una t e r c e r a sobre el acorde de 7 a dominante re

sul lava el a c o r d e d e c i n c o s o n i d o s l l a m a d o de novena; el cual puede u s a r s e s in prepa . •..... • /

i a c i ó n , h a c i e n d o su r e s o l u c i ó n natural en el a c o r d e de la t ó n i c a de su r e s p e c t i v a e s .

ca la , bajando un grado a la qu in ta de l a t ó n i c a .

EJEMPLO.

—fa- o

°TP- 1 m—o-—-CJ 'J g

- t r — ¿ — II -O-

E s t e acorde t i e n e t r e s i n v e r s i o n e s c o m o el de 7* p u e s la «? no s e t r a s l a d a al bajo

y tanto en e l a c o r d e f u n d a m e n t a l c o m o en l a s i n v e r s i o n e s , deve p r e s e n t a r s e en d i s ­

tanc ia de 9 a de l fundamenta l y de 7? de su 5 a.

En la Guitarra no pueble e j e c u t a r s e esfrfc aebrd'e a f i n c o \ o c e s , y hay que suprimir

Page 96: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

2 1

E J E M P L O .

La 9 a p u e d o e s tar en las p a r t e s in termedias .

k.¥. R"

-e>-

77 i\ Inv." r1: 2? inv 1 :

..¿>...

R" 3 a Inv.»

I- ni H9-

rzr: - S ¡ -

z€zr 2 :

7 7

Si al acorde de ii* mayor ó m e n o r s e l e s u p r i m e el f u n d a m e n t a l , quedando la "Mi . '

r i endo de bajo, s e forma un a c o r d e d i s m i n u i d o con 7. a menor en el uno, y c o n 7? d i s

m i n u i d a en el o tro l o s c u a l e s p u e d e n u s a r s e s i n p r e p a r a c i ó n .

ACORDE D I S M I N U I D O CON 7.a M E N O R I N V E R S I O N E S Y R E S O L U C I Ó N .

A . F .

? i r : i . R" I!'.1

'/y——;j. ^ -

t? Inv.1 R'.1 I liV.'

77 -G-

R."

TV.' Inv." o' as í con 7?disin. t:1 Inv1.1

•9-,. o , o 2 ? i n v » r:1

- - i t - fe tí"-"'-~<5>-

3 = !

7>

l a pract ica de e s t o s acordes v s u s i n v e r s i o n e s en l a Gui tarra e s c o n f o r m e a lo

\ a e s p l i c a d o en l o s acorde*, de c u a t r o n o t a s , s in m a s q u e el d i f e r e n t e dedeo q u e

i f - O / l a

A. R. 8 4 8 .

Su !V: del f u n d a m e n t a l .

Page 97: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

> - 25 hii I;v t a l t l a ' s i g u i e n t e B e encuentran r e u n i d o s t o d o s l o s a c o r d e s q u « s e |iueden f o r m a r s o l u .

r a d a ñ o l a d e l a E s c a l a . ESCALA MENOR.

r C r 1 I i M A V n n Ma*o-r Menor Ma^or Mf nnrcnn 7.1 Menor M a y o r Menor disminuid!) con 7 ' t b C A L A IBA lQR.f„n,ianientr>l. l i Invers ión. 2 a í l e m . 3Í M e m

/ . <*—

' • M i h r e l a lomea -o-

3 ? i fundamental . I a Invers ion. 2 Í M e i n . 3 a . M e m .

2 z : 2 ? - : - i g ­

i èn ica . To'n ¡ ca.

Menor Acorde dum'.' Menor DisniP c o n T . ^ Idem co 7?< Idem con 7 . a Major Id em con 7 . ^ D i sminu ido f u n d a m e n t a l . E s c a l a menor, c o n 7. a^¿ E s c a l a menor. l'J Inversion. 1* Inversion. '2 a . Ídem. 2? l i ler 1 M Ir

Sobre - o — — 1 <4 ; .. . i r—O 1 r—O 1

/ ° —hO —f-yp 1 7 ~ ^ o m 9i —^ - 9 ) — 1 — ^ ' j -sr- -:—?j— -tJ o 1 1

o 1 CJ. 1

o 1 — g 1 o o TÍ-

Soli re la 3? ^

Menor f u n d a m e n t a l .

^

!nT."pȒon M e n o r

: I r . i e ¡-si on .

ESCALA MENOR. Menor,

i 1! I n v e r s i ó n .

ZZ2I O .

M e d i a n t e . 5

3

3 * s i m p l e .

Mayor . 2.' I n v r r s i o n .

WE-

M e d í a n l e .

Mayor

fundamenta l .

Su!;re la 4? J:_. í -o-

I

Menor,

í d e m .

O—

M i-iiur Disminuido Mo D i s m i n u i d o I<leni.con7?<í Idem.con7;'

I I nvprsii/ii. 1.' Idi

-O-

í d e m . V. í d e m . •2? í d e m .

3 = z2zUZZ0ír

jDZ zm 9>~

zuz Su I ) d o m i n a n t e.

2*. I d e m .

I 2 C

M e i r .

- o -O

S»l ' re la 5'

M a \ o r

fu n d a n i e n l a l .

O * -zgzzzzzznzfzzz

Menor.

la"vi»r con /.

-O-o -

-es-

-o-

9 I

Menor

. I a 111 v c o l o n .

ó > "O -O - i ?

Mator

2¡! I d i -

zSz ~ 9 - -o-

Mcnor,

^9-Sobre l a 6 a JEzW1

Wzzzzli

Mayor. M n t o r Menor

f! Inv'.í

^ i. *>vQ-—"i,

E l Tí

i t

Menor Dis i l i? Menor Dis ia ' . 1 Mem.conV? Mein i o í .

2 a Inversion. 2? M e m . R i d o n i , ràn "Mover." 3 ' M ' i i

-<9- -Q.

ZZI iz£?zzzzr:¿

F.scala m e i n r . E s c a l a me1.'

'Jzzbzazìzzizzznz'rzx^izzr o _.. J

"Jl.-ii..,

Solire la 7:' V - — ^ g

Mayor

l i I n v e r s i o n .

M a y o r c o n 7?

Ia. I d e m .

D i s m i n u i d o c o n 7?

-O-

~JEZ = T * O

~zSE -lui Vi

o~ T 7 T

Menor

2H . \\\\ e r s i o n . 7

Z-S^Z. - # - i r

A. R . 8 4 8 .

Page 98: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

26

• 1 " a

fe ­

rg_«> f ­T. 1 Vil . ' * '

A C O R D E DE 7.a D I S M I N U I D A .

El acorde de 7.1 d i s m i n u i d a s e compone ije t r e s t e r c e r a s m e n o r e s , s e forma s o b r e la

s e n s i b l e del n o d o menor, y r e s u e l v e nat íuralmente en Ja i ó n i c a mei ior de su e s c a

la r e s p e c t i v a . E J E M P L O .

7? disminuida. t M n v " R1.1 2*1и\" И» 5 a . n\" R1.1

­ r s „ t*_ fe:.г.^ * ——— * ' * * 1 2 ' ­JL

ACORDES A L T E R A D O S .

Eos a c o r d e s s e a l t e r a n p a r a h a c e r m a s s u a v e el t r a n s i t o de u n o á o t r o , ha­

c i e n d o p r e s e n t i r a n t e s de t i e m p o la n o t a i i n e d i a l a á la que dev.e subir Ja altera,

cion a s c e n d e n t e , y la d e s é e n t e á la que d e v e bajar.

En el a c o r d e mayor de t ó n i c a p u e d e h a c e r s e l a quinta a u m e n t a d a d e s p u é s de

la j u s t a , y p u e d e m a r c h a r á l a c u a r t a f u n d a m e n t a l , ó al a c o r d e de c u a r l a y s e

ta l>0. FA. LA. t a m b i é n p u e d e i r s e á la s e s t a funda­mental ' m a y o r ó m e n o r y

á su p r i m e r a i n v e r s i ó n .

A. R . 8 4 8 .

ACOJi Ü fc] DE C:' A U M E N T A D A . , • , •

E s t e s e compone de 5 S ­ 5 ! y 6a s e usa "generalmente s o b r e Л a 6 a

* d e la e s c a l a mayor a l .

te lándola ba iandoLv sobre la 6* de la eeala menor, v d e v e r e s o l v e r en la dominante s i m

pie ó en el acorde de 4a

y 6? de su respec t iva e s c a l a , deviendo bajar el f u n d a m e n t a l u n

^ c i u i i o i i ; . ' para i r a' d i c h o s a c o r d e s , s e a n m a y o r e s ó m e n o r e s .

El dedeo : jue r e s u l t a e s i gua l al de la 7a d o m i n a n t e J p e r o el m o d o d e e s c r i b i r l o e s

d i f e r e n t e . \

E J E M P L O . • ' \

(¡y. 1! в д .х R. 6 . x R. «* B . •' así ~V Л \A

Page 99: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

EJEMPLOS.

I a I n v "

27

2?Inv»

z%zzzz\ai - # — ~1M\ -0

* 0 — g

E n el a c o r d e d i s m i n u i d o , SI , RE, FA, c u a n d o v a á laP t ó n i c a p u e d e h a c e r s e ' d i s m i n u í ,

la la 5 a m e n o r SI , RE, FA, n o p u d i e n d o u s a r s e m a s q u e l a lf i n v e r s i ó n s o b r e l a 2? RE. 1 ,

ii, S I , d o b l a n d o s u 31 c u y a i n v e r s i ó n p r o d u c e u n a c o r d e d e 3 * > y q u e r e s u e n e en

I n i c a .

E J E M P L O

2 Z I - 4 2 -

• E n el acorde d e 7* dominante se puede hacer la 5 a aumentada SOL, S I , RE í , U ,

p e r o e*S' nécesaritii poner d i c h a 5í sobre la T. para evitar la 3* (jisminuida.

E J E M P L O .

J Q ZO

o — -

-O- ZO- 1—* *—1 M— —Q—Jrg— fc¿-—& o-—• Lrf '

9 1 g i A LJ 8

9 tlO

El m i s m o a c o r d e p u e d e h a c e r s e r o n l a 5? d i s m i n u i d a S O L , S 1 , R e ! ? , F A . - p e r o d e v e |

u e r s e l a 3 a s o b r e l a 5* d i s m i n u i d a p a r a e v i t a r l a t e r c e r a d i s m i n u i d a .

E J E M P L O .

'á Va

l l l -& O- --Q & \-o- —9

u 17.

(2) S»n a n á l o g a s o s e m e j a n t e í o . l a e s c a l a , que t i e n e irn sostmi 'U o un bemol m a s »' i i i e n o » ) lo mis ino s i e n d o n a t u r a l <¡ 11 r u n a c i _

• V n t a l e s : i v l a t i v a s l a s q u e se. e s c r i b e n c o n e l m i s m o n u m r r * 'le e s t o s ; v i ' i e s e m e j a n t e s l o s que t i e n e n dos o' mas 'le U ei< ni» e .

' • ' "« ' r í a . . ' A . R . 8 4 8 .

Page 100: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

2 8 C A D E N C I A S .

S e l l a m a . , c a d e n c i a p e r f e c t a , c u a n d o m a r c h a e l bajo d e s d e , la d o m i n a n t e á la t ó n i c a , e n

f i n a l d e p e r i o d o , p e r o s i e n v e z d e i r a' l a t ó n i c a va á o t r o a c o r d e q u e t e n g a a l g ú n s<>_

n i d o d e e n l a c e c o n e l d e l a d o m i n a n t e , s e l l a m a CADENCIA t M E R O l l ' I D A r . s i d e s d e l a d o .

! u i n : u i t e S Í - v a ' a' l a t e r c e r a en v c z d e i r a la t ó n i c a s e l l a m a CAliENCIA EVITADA,y s i des . ,

de la d A n i i . a a u i c s e va' a l a s c s l a f u n d a m e n t a l s e l l a m a C M ' F N C U HUTA y s i d e s d e la M S

ta a' la d o m i n a n t e Ri¡T4 A I \ 1 M E Ü S A .

EJEMPLO.

¡A ¡NTFI'CLN. IDI-M.EVITADA.

•él ~°1 5 IDEM.ROLA.

\7T 7 7 - %

A LA I N V E R S A

o-

3 i s¿.

I'ERL'EÍ- | ; i .

• 3 — O-K O L A .

7 7

T H A S I O KM ACIÓN DE I O S A C O R D E S .

L O S . i o r d e s s . í r . i s l ' O R U I A N p a r a h a c e r m a s v a r i a d a la a r m o n í a ^ p a r a m o d u l a r p r o j o i ,

c u n á n d o s e s o n i d o s d e r e l a c i ó n (pie c o n d u z c a n la a r m o n í a a la d o n i i n a . n l e d e Ja e s c a l a Q M

s e i j n i e r a e s t a b l e c e r , p a r a lo c u a l e s n e c e s a r i o a l t e r a r a l g u n o s s o n i d o s d e J A e s c a l a 1 O

m a n d ó l o s d e o l í a s , a n á l o g a s v a u n d e s e m e j a n t e s ( 2 )

P o r la d e m o s t r a c i ó n q u e ¡i c o n t i n u a c i ó n s e p o n e , p u e d e n o t a r s e l a v a r i e d a d q u e s e p u e .

d e d a r a la a r m o n í a s i n d e s t r u i i l a e s c a l a p r i n c i p a l , la c u a l s e r i ü i m p o s i b l e d a i í - ,

s i n o s e a l t e r a s e n l a s n o t a s d e l a e s c a l a .

F - :é

I ~ + T *f f r ' r r t 7 1 1 r r r 1

r l I !

P

1í II

(0 A Ir I- i l l l l ü ' f l e I.' 1. / ^ v A . R . 8 4 8 .

Page 101: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

R E S O L U C I Ó N POR E S C E P C I O N - D E L O S A C O R D E S DE 7! 29

Ya h e m o s d i c h o q u e c u a n d o Ta 7? de p r i m e r a e s p e c i e SOL, S 1 , R E , F A , r e s u e l v a bajan­

do un g r a d o en la 3 a, de la i ó n i c a s e l l a m a resolución natural,yero s i la 7.a r e s u e l v e ba

jando un g r a d o , s e l lamara' resolución regular, p o r q u e bajando c u m p l e c o n una parle de

la l e y : d i c h a r e s o l u c i ó n e s s u c e p t i b l e de m u c h a v a r i e d a d , por que puede r e s o l v e r e n

la ^ de una d o m i n a n t e , de un a c o r d e de 7.a d i s m i n u i d a , de una s u p e r t ó n i c a de la

e s c a l a menor, en la 5 a de o t r o s a c o r d e s , e n la 7.a de acorde d i s m i n u i d o , v en la 8.a in.

v e r s o el a c o r d e , c o m o s e m a n i f i e s t a en l o s e j e m p l o s . S i r e s u e l v e s i n m o v e r s e pa­

sando' de 7.a a' 6 a s i e n d o i n v e r s o e l a c o r d e de la r e s o l u c i ó n , s e l l a m a r a resolución i.

rregvlar por que el fundamenta l s u b e un g r a d o , y la 7 a pasa d e d i s o n a n t e a c o n s o .

n a n t e , s i n m o v e r s e , t r a s f o r m a n d o s e en 6? ^ e,- 6 :

-O-

También s e l lama resolución irregular cuair-do resue lve s u b i e n d o c r o m a t i c a m e n t e ^

revolución cambiada, cuando el bajo d otra v o z , va á la n o t a donde d e v i a iiir !<>, d e

la r e s o l u c i ó n .

S u c e d i e n d o á la d o m i n a n t e SOL, S I , R E , K A , o tra d o m i n a n t e u*ra 5 a baja DO, MI, SOL, SI,-

puede h a c e r s e una l a r g a s e r i e de c a d e n c i a s i n t e r r u m p i d a s m a r c h a n d o el fundamen

l a l per m o v i m i e n t o de 5. bajando y 4 a s u b i e n d o , y p u e d e n u s a r s e l a s t r e s i n v e r s i o .

n e s . En e s t a s u c e s i ó n r e s u l t a r á una e s c a l a c r o m á t i c a d e s c e n d e n t e en una m e l o d í a

N en la p r i m e r a i n v e e s i o n en el b a j o . L o s a c o r d e s p u e d e n s e r c o m p l e t o s e in fomple .

l o s , y e n s u s i n v e r s i o n e s s e p u e d e cambiar l a r e s o l u c i ó n .

E J E M P L O .

-Q- ZT21 te m ZTZL 77 ZZZ.

T7 77

- 3 5 -

ZZZ.

-^to^—S-o-

m -o-, rzz zzzmz ZZ77Z

ZÉZZZ 77

U£.

A. R. 84,R

Page 102: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

30 FJ acorde SOL, S I , RE ,FA, y s u s i n v e r s i o n e s puede pasar á o tro igua l una 3. a menor ba.

ja MI, S O L ? , S I , RE, y puede trasforniarse en 7.a d i sminuida y en 1* de e s c a l a , y t r a s ,

formarse e s t a en 2 a de e s c a l a m a y o r y m e n o r , c o m o SOL S I , RE, MI # , y S O L Í , S I ,

DO 5 , MI, y s e u s a n l a s t r e s i n v e r s i o n e s .

E J E M P L O .

1? Inv; 2. a Inv:

•—o* =g=4= t O , e

O'-l— n . r T— < ? _—~1 o rrí

77 SrO

77

rj è o— 17

Si9— ID

*v .. •• # -<9 #

— g V

U _ ^ ¿ -

a. | n \ : I 9

Dominante. 7* dism. 7.a 2 a men; 2fmay:

fe ZT»~

La d o m i n a n t e S O L , S I , R E , F A , p u e d e p a s a r l a - u n a c o r d e de 7.a d i s m i n u i d a una 5 a b a ­

ja y e s t a s e p u e d e t r a s f o r m a r en 7! l a m í n e n s e puede trasformar la dominante en 4 a .

de esca la m e n o r y l u e g o de e s c a l a , y el acorde de 7? disminuida DOZ, M I , SOL, SI ,pin

l e c o n s i d e r a r s e como superto'niea con dos a l t e r a c i o n e s a s c e n d e n t e s , y su I a y 2 a inveì

R I O ? ! , c o m o s u b d o m i n a n t e v s u p e r d o m i n a n t e , r e s o l v i e n d o en el acorde de 4 a y 6 a

FJEIfPLO. Domi»: T." . 7 a -Dflinin: . 4 a 4 a

/ 1 " ° T -, T zzi^r=z=o==AT^

O' ~5 ^

Domili: Sii|>er. 3 7 :

77-

I a Inv.

Tambie puede s u c e d e r l e á la d o m i n a n t e , una s u p e r t ó n i c a una 5a. b a j a , c o m o D 0 ¿ , MI,

SOL, S I , y marchar al a c o r d e de 4 a y 6'. y l u e g o a l a d o m i n a n t e .

EJEMPLO. -o-3 :

77

-o- -O—r

77 "77

A. R . 8 4 8 $9-

.. ~Q—-?7. O;-

Page 103: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

También puede t r a s f ó r m a r s e la dominante , en super doininaii le d é l a escala menor . 51

E J Elf FLO,

—rr -O-

Bajando un s e m i t o n o c r o m á t i c o la 7.a de e s c a l a y h a c i é n d o l o bajo de 6 a x c o n 4a x

r e s u e l v e en la d o m i n a n t e s i m p l e y t i e n e una invers ión; pero si s e pune J a 1 5 a x c o n 5 a

p u e d e r e s o l v e r e n el a c o r d e d e k\ y 6 a s i n i n v e r s i ó n . También la d o m i n a n t e SAI

s e p u e d e tras- formar e n 2 a de e s c a l a m e n o r , SOL, SI t1, RE I», M i , y e s t a c o n s i d e r a r s e

s u b d o m i n a n t e c o n d o s a l t e r a c i o n e s a s c e n d e n t e s .

o

7.* 6 Í X c o n 4 *

-£-9-

-e-

3

E J E M P L O

-&-

1*.

-o- 6 -o-

f f «..' — 7 7 7 7

a . -o--Q--0- -o-

-O-

-o-fe \rrr-77

•0-zz: I

El a c o r d e SOL, S I , RE", FA, p u e d e s e r t r a s f o r m a d o e n s u b d o m i n a n t e de la e s c a l a

m e n o r ; y e s t a en 4? de e s c a l a m e n o r , ó de e s c a l a . D i c h a d o m i n a n t e p u e d e trasformar

s e en 7? de e s c a l a c o m o SOL, SI 1?, RE MI y p u e d e n u s a r s e l a s t r e s i n v e r s i o n e s , e

i g u a l m e n t e p u e d e t r a s f o r m a r s e e n 7.a de e s c a l a m a y o r d e s p u é s e n m e n o r ; y por

u l t i m o en 7.a de e s c a l a , y l a 7.a d e e s c a l a m a y o r p u e d e c o n s i d e r a r s e s u b d o m i n a n ­

te a l t e r a d a y r e s o l v e r e n e l a c o r d e d e 4? y 6 a p a r a m a r c h a r á Ja d o m i n a n t e , y de

e s t a á l a t ó n i c a d e l a n u e v a e s c a l a .

Domili:

-o-

SujJf f :

£ 2 =

4 ? 4 a

EJEMPLOS. Domin. 7* 7* .aliv: -o--0-

~ — —i LtíT ~77 \m \l7T 77 L^T

ZT2Z.

7 7

J 2 - I n v r

3

r Ì715> O - ?2Z

i , n. —1-7.

^ ^— 1,'f/ I—I • 1* I

A. K . 8 Í 8 .

Page 104: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

lliefi

32

/ ó.

i». a

I- a I

I

-o-A-O- 7X331

•o-$-G- I

I).

-O-

4 Y*

Z&L -o-2

S u b i e n d o un tono e l f u n d a m e n t a l de la d o m i n a n t e SOL, S I , RE, FA, p a s a á s e r V:

•je un a c o r d e mayor c o m o L A , D 0 , F A , y s i la e s c a l a e s m e n o r s u b e u n s e m i t o n o d i a

i ' n i c o y p u e d e u s a r s e la \* y 2? i n v e r s i ó n i g u a l m e n t e p u e d e s u b i r un t o n o d i d . o

f u n d a m e n t a l , y h a c e r s e 2? de e s c a l a c o m o L A , DO, RE, FA , y e s t a , d o r n i n n n t e d<

• ' s r a l a . T a m b i é n p u e d e r e s o l v e r s u b i e n d o un t o n o y h a c e r s e 4' d e e s c a l a .

EJEMPLO? j , «. LjLiurLu: .

) o - , ^ - - n — O , o-.-ir-o-—r---o—m ~Q~¡v—'-o-, O—, < —-o--ZO-

l i . a

o —~o—

• o o •X- —0~

Z^Z%Z ZH1

'77 -9- 3f

10-

1 ! Inv: -o

T

O ZOl

2 M n \ : j > „ r

5f Inv

ir Zdlz

- 7 7 -

_¿2_

2 2 1 zm :di 1

S u b i e n d o un s e m i t o n o c r o m a t i c o e l f u n d a m e n t a l S O L , S I , R E , FA, p u e d e t r a s f o r -

m a r s e en 2 ) de e s c a l a , c o m o SOLft, S I , D O í , MI 5 , y s u b i é n d o l o un s e m i t o n o d i a .

i ó n i c o , s e t r a s f o r m a en 4? c o m o LA p, S I , R E , F A , y t a m b i é n p u e d e p a s a r a' l a s u _

p e í d o m i n a n t e , c o m o LA r, DO, R E , V A , y t r a s í o r m a r s e e s t a en V"! d e e s c a l a y pi»-

d e n . u s a r s e l a s t r e s i n v e r s i o n e s .

A . R . 8 4 8 .

La d o m i n a n t e SOL, 8 1 , R E , K A , p u e d e t i a s f o i m a r s e en .'{.' d e un a c o r d e m a y o r , c ó m o

SOL, SI ¡7, Mil?, y p u e d e bajar 1 un s e m i t o n o c r o m á t i c o a s e r 3? m e n o r de o t r o funda

t a l c o m o SOL p, SI ¡>, MI r , i g u a l m e n t e p u e d e bajar un s e m i t o n o d i a t ó n i c o á l a s u h .

d o m i n a n t e a I lera da F A Z , L A , D O , M I , ó MI p .

E J E M P L O S .

W | n - O - i ta i -e- \>

Page 105: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

33

D-

=8=

2

r*H m—

E J E M P L O S .

1! U*:..

zjtzz: ztnz

-o--G- -£G-

2 a l n v :

"Z7

I JMnv:

O -G-

I). (5

-G--e- "T77-

lTlnv:

IZZZI -0-3F 2 2 1

s ^a

-<9-

2 ? l n V :

6> tt-G-

5Mnv: o V

-Q--G- VrO- g D.

-O-- o -

. r . -o- v

E l fundamenta l SOL, S I , RE, FA, p u e d e sub ir un s e m i t o n o d i a t ó n i c o LAÍ>,y h a c e r e s . ,

ta ú4,\A bajo de 6 a X con 4 a ó c o n 5a. L l t , DO, RE, F A = , ó L i K DO, Mil? , FA # y d e s d e

c u a l q u i e r a de e s t o s a c o r d e s m a r c h a r á la d o m i n a n t e c o n 7 a T a m b i é n p u e d e resolver

r l a c o r d e de la d o m i n a n t e , c o m o s i fuera dé 6 a x c o n 5 a por que la 7? FA, e s i g u _

al ^ ¡ a r m ó n i c a m e n t e á la fia x MI 5 .

E J E M P L O S .

r - ZG , w ?

'j -G

i O-——1 o~— 0

<•>

0 — 0 ^ - i

—\°h 9r -9¡— — * ° i m — G — e— Q •• • 1 o Q O

0-. %- L / 0 G 1

con >#.

o-

n. =8=

'J2. -O--0--G-

-10

1 3 2 2 1

ZZ 77

r

E J E M P L O S D E L A 7 a DE 2 a E S P E C I E RESUELTA POR ESCEPCION

Page 106: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

A. R . 8 4 8 .

Page 107: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

55

ZZT- M -

zzaz -о- -G- ZTZL

-в-

Mg

Page 108: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

3 6

R E S O L U C I O N E S P O R E S C E P C I O N Y T R A S F O R M A C I O N E S EN ARMÓNICAS

D E L A C O R D E DE 7.a D I S M I N U I D A .

. L a s r e s o l u c i o n e s y I r a s f o r m a c i o n e s «le e s t e a c o r d e s o n i n f i n i t a s , p u e s por m e d i o

d e l e n a r m o n i c o (\) pueden t r a s f o r n i a r s e s u s n o t a s en f u n d a m e n t a l e s y en i n v e r s i o n e s

de o tros a c o r d e s , y el fundamenta! en i n v e r s i o n e s . En l o s e j e m p l o s s i g u i e n t e s s e tras,

forman t o d a s l a s n o t a s del a c o r d e en f u n d a m e n t a l e s , y l u e g o en 7 a de e s c a l a .

El e n a r m o n i c o m e n t a l s e ind ica con l a E. y la M. y e l real con la E. y la R .

E J E M P L O S .

o v~~ N n • — - i >

; T * & » T I o E . M . E . r ' .

-0-\ -O

E . E .

f i r n .to. A

r:.M. E . M .

I O -

-A . t o \ o\ —I—rt— — . 1—1

E . ti É . R . 1

TÍ jando un s e m i t o n o una de las notas que c o m p o n e n el a c o r d e de 7.a d i s m i n u i d a ,

r e s i l l a r á un acorde de 7? d o m i n a n t e si la nota que d e s c i e n d e esta' en e l . 'bajo , y u T

oa invers ión de e s t e , s i s e halla en l a s v o c e s , c o m o s e ve en l o s s i g u i e n t e s , E J E M P L O S .

7» P . E . M . F . . R .

17-

^ - A A o

- 9 -

E . M . E . R . F R .

i'. ••: la d e m o s t r a c i ó n s i g u i e n t e s e ve el acorde de 7!* d i s m i n u i d a r e s u e l t o c o m o 7*

d.e f s e , ¡a, como s u b d o m i n a n t e a l t e r a d a , y c o m o supersónica con d o s a l t e r a c i o n e s a s ­

c e n d e r l e s , que son l a s n o t a s donde se u s a :

E J E M P L O S .

i -O- I 57?

S u l » .

tro

Sujiortonica.

(i) E l e n a r m o n i c o p u < ! . n r R I ' . A l . t M E N T A L : f l 1'.' e s 1 a c i e n d o l a » t r a s f o r m a c e n e » n u r r a o n i r a i en la» n o t a » q u e jí-j-riej»-

ten lo.» acor . !e - , I n ; / a n a f o r m a c „ n , , : - 1 ( ¡ » q U f d e t e r m i n e »u r e s o l u c i ó n n a t u r a l t el r» Cuando » in t r a s f o r m a r la» n o t a » - s e r =-UJ),ONEN t r a » ; o R mad I » . 4. R.848.

Page 109: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

37

4 d \?o_ _¿2_

3 2 1 221 - 5 ^ -6> - z+tzz: tac H5- • Í S P — o -

^IZSEZZtSZZ: *~ 1 ! i I

1 221

-t í- > 7 ~ í? to- t • r M v \ r y . j . _ z : ^ z z í ¡ _ $ r g Ü Q . . . J - — o . — u ~

-ci­te 6 ¡ -

(9 3 2 :

-O- 2 2 : /?- r/---; • ^'--11 , y;,.

—o- -íg-

_L|2_ ZTí -ig-

tz-g; . t e -IG~

/ .di f ñ i j z a z z

* 3 — = •-

fcpl ¡/~tf=f-

-Q--Q--o-á

- G - 0 znz

A ó—

: * p :

o

'<¿tzíz±

k o, zr ÍZ7Z

O- te: * ¿ > — II =FCG-

fe P¿2

te: 3 : 3

i * i z , *

N O T A S A C C I D E N T A L E S .

S e l l a m a n notas r e a l e s , l a s que f o r m a n parte e n l o s a c o r d e s ; y a c c i d e n t a l e s l a s

q u e s o n e s t r a ñ a s á e l l o s , y e s t a s s e d i v i d e n en n o t a s de p a s o , n o t a s de a d o r n o , y

a p o y a t u r a s . L a s notas de p a s o s e u s a n e n t r e dos n o t a s r e a l e s d i s t i n t a s d e un acorde ó

d e d o s cuyos fundamentales s o n d i v e r s o s ; y deven cantar de grado subiendo ó bajando di.

a t ó n i c a ó c r o m a t i c a m e n t e . EJEMPLO

(i} L a P. i n d i c * la» n n t a i ilc i i rse , l o + la» de a d o r n o , •* l a A . ^ l a i 2pnynU¡v»i.

E Z £ -P—P

J 2 T

A. R. 8 4 8 .

S i g u e n l o s E j e m p l o s de l a s r e s o l u c i o n e s por e s c e p c i o n d é l a 7* d i s m i n u i d a .

Page 110: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

3 8

La n o t a de adorno s e ha l la -entre dos no tas r e a l e s en un m i s i n o g r a d o , la cual s u .

luendod bajando una 2? v u e l v e a'la no ta r e a l , c o m o DO, RE ,DO, ó DI», S I , D O , S e p u e d e

h a c e r d o b l e , t r i p l e , y c u á d r u p l e .

In Me. L+4

" EJEMPLO ,r¡ ,,ie + + + + + + "+-+:++ +¡¿g cuadruitle. + + + '•++*•+• " 3 "

I.a apoyatura de \ . c l a s e , - e s una n o t a a c c i d e n t a l que e s t á una 2? s u p e r i o r o' i n f e ­

rior de la nota r e a l , a la que d e v e s u b i r ó bajar aunque t a m b i é n p u e d e i r s e de sal.

lo d e s d e la apoyatura a' l a no ta r e a l . L a s de 2* c l a s e s o n u n a s no tas a c c i d e n t a l e s qu<

locan d e s p u é s de l a s n o t a s r e a l e s , s u b i e n d o ó bajando un grado de estas a' a q u e l l a s .

EJEMPLOS.

s e

A C * , ° !•

O

•O * -1 'J • - T - T

^ V. c lase .

V i -G-

* K A

1

• 4 OH

A A

, . * 0 - — I -

-3T .lo ¡as n o t a s tanto r e a l e s como a c c i d e n t a l e s s e tocan unas d e s p u é s de o tras en

>"oroes . s e l e da el nombre de a r p e g i o s , lo cual e s muy f r e c u e n t e en la Guitarra,

s • n d o e s t e i n s t r u m e n t o el que p a r e c e r e c l a m a r para /i con p r e f e r e n c i a a t o d o s J o s

( i r m a s , e s t e g e n e r o . Cuando s e tocan asi las n o t a s , pueden h a c e r s e e n t r e Ja parte can.

l a u ' e - y la que haga el a r p e g i o , 5 " y 8?* s u c e s i v a s v toda c l a s e .de i n t e r v a l o s , s i e m p r e

q u o l o c a d o s los acordes s in a r p e g i o e s t e ' c o r r e c t a la a r m o n í a .

E J E M P L O .

R E T A R D O S .

S e l l a m a re lardo c u a n d o s e ' d e t i e n e l a ' m a r c h a de l a s n o t a s r e a l e s que d e v e n ba .

jar un grado a la V. o a la del a c o r d e s i g u i e n t e . El r e t a r d o d e b e bajar un grado

A . R . 8 4 8 .

Page 111: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

59

; \ r m n n i a s i i n p U ' .

2: IT o f f i : inv

I

~9¿ ™ — O -

4 = ¿

-tí S I f 77

-o-o

9 A

A N T I C I P A C I O N E S .

Asi c o m o l a s n o t a s que d e t i e n e n la m a r c h a de l a s notas rea lesse l laman ' r e l a r d o s ,

.por lo m i s m o s e l l a m a n a n t i c i p a c i o n e s , l a s que l o c a n a n t e s de t i e m p o una ñola re­

vi del a c o r d e s i g u i e n t e .

E J E M P L O

3 S 4

3 f i ¿

2 2 1 ~^—j~—4" zzz: 1

Es i n d i s p e n s a b l e 4 e n e r c o n o c i m i e n t o de l a s no tas a c c i d e n t a l e s para s a b e r anal izar

las o b r a s , donde l a n í o u s o s e h a c e de e l l a s enr- l a !me lod ia .

P E D A L E S .

S e l l a m a . , p e d a l , a' la no ta t e n i d a d r e p e t i d a en un m i s m o g r a d o ; en una.de las

v o c e s , m i e n t r a s l a s o t r a s van h a c i e n d o d i v e r s o s a c o r d e s . L o s p e d a l e s s e d i v i d e n en

t r e s ; g r a v e , m e d i ó , y a g u d o , el p r i m e r o que c o r r e s p o n d e al bajo e s el que o f r e c e

m a s v a r i e d a d y t i e n e m a s u s o . s e h a c e n s o b r e la t ó n i c a , y s o b r e la d o m i n a n t e

s i e n d o e s t a l a m a s B u c e p t i h l e . d e a d m i t i r v a r i e d a d e n la m o d u l a c i ó n .

A. R . 8 4 8 . 1 l

¡v ía ño la que -se r e t a r d a ' p a r a r e s o l v e r en e l la , y d e v e - p r e p a r a r s e en el t i e m p o fuer,

te o' d é b i l , h a c e r l a ' p e r c u s i ó n en el f u e r t e , y la r e s o l u c i ó n en el d é b i l . P u e d e retardar

s e la ' 3? por la 4? ó la 8? por la 0 ! en c u y o c a s o s e r a el r e t a r d o s i m p l e , y . s i s e retar­

dan l a s dos a la v e z s e r á d o b l e , y t i e n e n d o s i n v e r s i o n e s .

E J E M P L O .

con re tardo. eon re t a rdo . J | idem.

Page 112: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

4 0

E i lii'-toiiica, E J E M P L O

f * -¿O-\-0- 3 = \—o-t

En la ¿ominan! c.

(y-;— - i ---'9-H - O 1 -6>-

m

S I

De mayor a

!' I1 II! :«tor .

F F Tf F f 7 7 f f r r r - r MODELACIÓN.

p a r a p a s a r <lo DO m a y o r a t o d o s l o s t o n o s M a y o r e s y M e n o r e s .

f

"Z7

Di! mayor *

D<l ? n i a vo r.

De l > 0 mayor a

DO 5 menor

('/.armónico,

—~rr

De DO uia>or a

DO p menor.

1 ?

i enarmóni'co.

- / 9 -

|)c DO mayor a

!íE m . . \ . i r .

'r-T^r-r^m-—: :á:r r'6A

1 *

-CL.

De DO mayor a

P.E ? no1 ñor. -Vi-""/)

AT7

Dc D'l mavov 2

!. m a \ . , r . \-o--o

~6~

\)t DO mayor a

H V n i i ' i i o r .

777

SI mavor. ' f e * - "

£ 3 :

f 7 7

De DO mayor a

Si menor.

" O ...

•.. *x~L¿-. ' } «

11» Do mayor a

SI -> mavor.

7 i.

Dr DO mayor í

SI t? menor.

Su -o- e r :

T-V ni

-6- '*77

l'll i» : iv«r a

MI 1 mavor. 3 f f —r.

r Dr DO mayor á

i MI i7 menor. h77-

A. R. 8 4 8 .

Page 113: PDF Antonio Cano , Método Completo de guitarra

Ile 1)0 mayor á

Mb mayor .

lie liO mayor á

. \A mayor.

De DO mayor á

LA 1? mayor.

Dp DO mayor á

FA ß mayor.

Dp DO mayor a

YK mayor.

Dp DO mayor a

SOI, mayor.

Dp DO mayor a i

SOL P mayor.

-

77

1 —¡—<v-

-4

J I

- г

•fj—

b p . у -49-

'JT. -9r

*-' -G

ex.

—о—

l-ГГ. 3 I \Р7

Do DO m a j o r а

MI m e n o r .

D p DO mayor á

LA m e n o r .

D p DO mayor í i

L \ 7 menor .

Dp DO­mayor a'

FA ' m'­nor.

Dp DO mayor á

FA m e n o r .

Dp DO mayor á

SOL menor.

Dp DO mayor a' ' i

SOI, ^ menor.

FSCALA DIATO>T

ICA ARMONIZADA.

P

-e-

f

1?

: a — Í i 7*2

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F.n lo agudo.

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Л . R. 8 4 8 .

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42 K S C A L A C R O M A T I C A A R M O N I Z A D A .

ripios y no por rol i na romo «general menlo s o l iace, v podrá a n a l i z a r Jas obras e scr i ta s

para la í íuí larra y armonizar en l lovida forma Jas que e s c r i b a , pues s in t ener Ja pre­

sunc ión do que e s l e Método s e a una obra p e r f e c t a , c reo s i n e m b a r g o , h a b e r l l e n a d o un

vac ío que podrá e o n l n l i ' i i - á que la Guitarra ocupe el lugar que le c o r r e s p o n d e cu..el

M u n d o - f i l a r m ó n i c o ; y por fin s i merece la aprovacion de l o s a m a n t e s de nues tro poe_

ico i n s t r u m e n t o , habrá quedado s a t i s f e c h o su autor

Antonio Can o. A. R . 8 4 8 .

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