Estructura Lógica de Un Disco Duro (Cilindros, Cabezas, Sectores, Pistas, Cluster…)

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E s t r u c t u r a L ó g i c a d e u n D i s c o D u r o ( C i l i n d r o s , C a b e z a s , S e c t o r e s , P i s t a s , C l u s t e r ) P o s t e d o n m a y o 2 3 , 2 0 1 1 C o n c e p t o s B á s i c o s E n l o s p o s t a n t e r i o r e s h e m o s v i s t o c u a l e s l a e s t r u c t u r a f í s i c a d e u n d i s c o d u r o , c u a l e s s o n l a s p r i n c i p a l e s p a r t e s d e q u e s e c o m p o n e y e l m e c a n i s m o d e f u n c i o n a m i e n t o q u e s e t i e n e s o b r e c a d a u n a d e e s a s p a r t e s . E n e l p o s t d e h o y a n a l i z a r e m o s l o s c o n c e p t o s b á s i c o s s o b r e l a E s t r u c t u r a L ó g i c a d e u n D i s c o D u r o v i e n d o c u a l e s s o n l o s m e c a n i s m o s q u e p e r m i t e n a l a u n i d a d a c c e d e r a l o s d a t o s a l m a c e n a d o s , c o m o l o e s e n l o s t e m a s d e P i s t a s , S e c t o r e s , C i l i n d r o s , d i r e c c i o n a m i e n t o d e u n d i s c o d u r o , a s í c o m o l o s f a c t o r e s r e l a c i o n a d o s a l a s v e l o c i d a d e s d e u n d i s c o d u r o q u e i n t e r f i e r e n e n e l d i r e c c i o n a m i e n t o m i s m o . C o n o c e r l a e s t r u c t u r a l ó g i c a d e u n D i s c o D u r o r e s u l t a d e g r a n i m p o r t a n c i a , y a q u e e s t o s c o n c e p t o s n o s r e s u l t a r a n ú t i l e s a l a h o r a d e i n s t a l a r y c o n f i g u r a r u n d i s c o d u r o , c a b e m e n c i o n a r q u e e n e q u i p o s d e c o m p u t o n o r e c i e n t e s l a s t a r j e t a s m a d r e n o d e t e c t a n d e m a n e r a a u t o m á t i c a l o s d i s c o s d u r o s p o r l o c u a l s e d e b e n d e i n t r o d u c i r m a n u a l m e n t e a l g u n o s v a l o r s i e n d o a q u í d o n d e n o s s e r á n d e g r a n u t i l i d a d e s t o s c o n o c i m i e n t o s , p o r o t r o l a d o e n t a r j e t a s m a d r e a c t u a l e s l o s d i s c o s d u r o s s e d e t e c t a n d e m a n e r a a u t o m á t i c a . L a u n i d a d d e D i s c o D u r o e s u n c o n j u n t o d e c o m p o n e n t e s e l e c t r ó n i c o s y m e c á n i c o s q u e h a c e n p o s i b l e e l a l m a c e n a m i e n t o y r e c u p e r a c i ó n d e d a t o s . P e r o e l d i s c o e n r e a l i d a d e s u n a p i l a d e d i s c o s , e s t a s s u p e r f i c i e s m a g n é t i c a s e s t á n f o r m a d a s p o r m i l l o n e s d e p e q u e ñ o s e l e m e n t o s c a p a c e s d e s e r m a g n e t i z a d o s p o s i t i v a o n e g a t i v a m e n t e . D e e s t a m a n e r a , s e r e p r e s e n t a n l o s d o s p o s i b l e s

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Estructura Lógica de un Disco Duro (Cilindros, Cabezas, Sectores,Pistas, Cluster…)Posted on mayo 23, 2011

Conceptos Básicos

En los post anteriores hemos visto cual es la estructura física de un disco duro, cuales son las

principales partes de que se compone y el mecanismo de funcionamiento que se tiene

sobre cada una de esas partes.

En el post de hoy analizaremos los conceptos básicos sobre la Estructura Lógica de un Disco

Duro viendo cuales son los mecanismos que permiten a la unidad acceder a los datos

almacenados, como lo es en los temas de Pistas, Sectores, Cilindros, direccionamiento

de un disco duro, así como los factores relacionados a lasvelocidades de un disco

duro que interfieren en el direccionamiento mismo.

Conocer la estructura lógica de un Disco Duro resulta de gran importancia, ya que estos

conceptos nos resultaran útiles a la hora de instalar y configurar un disco duro, cabe mencionar

que en equipos de computo no recientes las tarjetas madre no detectan de manera automática

los discos duros por lo cual se deben de introducir manualmente algunos valor siendo aquí donde

nos serán de gran utilidad estos conocimientos, por otro lado en tarjetas madre actuales los

discos duros se detectan de manera automática.

La unidad de Disco Duro es un conjunto de componentes electrónicos y mecánicos que hacen

posible el almacenamiento y recuperación de datos. Pero el disco en realidad es una pila de

discos, estas superficies magnéticas están formadas por millones de pequeños elementos capaces

de ser magnetizados positiva o negativamente. De esta manera, se representan los dos posibles

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valores que forman un bit de información (un cero o un uno). Ocho bits contiguos

constituyen un byte (un carácter).

Hemos visto que cada vez que se realiza una operación de lectura/escritura en el Disco Duro,

éste tiene que realizar las siguientes tareas: desplazar los cabezales de lectura/escritura hasta el

lugar donde empiezan los datos; giran los platos, mover los cabezales para llegar al lugar donde

están los datos y, finalmente, leer los datos con la cabeza de lectura/escritura correspondiente.

Algo importante que destacar es que el giro se realiza a velocidad constante y no cesa mientras

esté encendida la computadora.

Hemos definido que cada una de las superficies del Disco(Plato) se denomina (Cara)

inferior/superior, esta a su vez se divide en una serie de anillos concéntricos,

denominados (Pistas) a su vez las pistas son divididas (sectores); otro concepto importante

es el de (Cilindro), usado para describir la misma pista sobre cada uno de los discos (platos)

que conforman el disco duro y por ultimo el termino (cluster – unidades de

asignación) que es la agrupación de varios sectores cuyo tamaño puede variar (512,

1024,2048, 4096…)

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Las cabezas y cilindros comienzan a numerarse desde el cero y los sectores

desde el uno. En consecuencia, el primer sector de un disco duro será el

correspondiente a la cabeza 0, cilindro 0 y sector 1.

Hay varios conceptos para referirse a las partes del disco:

Plato: Cada uno de los discos que hay dentro del disco duro.

Cara: Cada uno de los dos lados de un plato

Cabeza – Head: Número de cabezas de Lectura/Escritura

Pista - Track: Una circunferencia dentro de una cara; la pista 0 está en el borde exterior.

Cilindro: Conjunto de varias pistas; son todas las circunferencias que están alineadas

verticalmente (una de cada cara).

Sector : Cada una de las divisiones de una pista. El tamaño del sector no es fijo, siendo el

estándar actual 512 bytes. Antiguamente el número de sectores por pista era fijo, lo cual

desaprovechaba el espacio significativamente, ya que en las pistas exteriores pueden

almacenarse más sectores que en las interiores. Así, apareció la tecnología ZBR (grabación

de bits por zonas) que aumenta el número de sectores en las pistas exteriores, y usa más

eficientemente el disco duro (ver Nota Inferior). Los sectores son las unidades mínimas de

información que puede leer o escribir un disco duro.

Cluster: agrupación de varios sectores.

Nota: Los sectores por cluster pueden variar, en sistemas operativos como Microsoft sus

sistemas de ficheros son: 1, 2, 4, 8, 16, 32, 64 y 128 esto según el modo de asignación de

archivos (FAT-FAT32,NTFS…) tema posterior.

Ejemplo:

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El número total de sectores de un disco duro se puede calcular:

nº sectores = nº caras * nº pistas/cara * nº sectores/pista.

Por tanto, cada sector queda determinado si conocemos los siguientes valores: cabeza,

cilindro y sector.

Sistemas de direccionamiento que se utilizan:

CHS (Cilindro-Head cabeza – Sector), con estos tres valores se puede situar un dato en

cualquier parte del disco.

LBA (Logical Block Addressing- direccionamiento lógico de bloques), que consiste en

dividir el disco entero en sectores y asignar a cada uno un único número. Este es el que

actualmente se usa.

Nota: Dado que las pistas exteriores son más largas que las interiores, y con objeto de no

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aumentar la densidad lineal de los datos, es práctica común en los discos que el número de

sectores sea menor en las pistas interiores que en las exteriores. O lo que es lo mismo: que el

valor SPT (“Sectors per track – Sectores por pista”) no sea igual en todos los cilindros (algunos

programas de diagnóstico que proporcionan el valor SPT de la unidad, se refieren -en su caso- a

las pistas exteriores). Esta técnica de grabación se conoce como zoned-bit recording y señala

que no todas las pistas tienen igual número de sectores.

Existen un conjunto de características sobre la velocidad de un disco que resultan importantes

conocer:

Tiempo medio de acceso: Tiempo medio que tarda la aguja en situarse en la pista y el

sector deseado; es la suma del Tiempo medio de búsqueda (situarse en la pista) y la Latencia

media (situarse en el sector).

Tiempo medio de búsqueda: Tiempo medio que tarda la aguja en situarse en la pista

deseada; es la mitad del tiempo empleado por la aguja en ir desde la pista más periférica

hasta la más central del disco.

Latencia media: Tiempo medio que tarda la aguja en situarse en el sector deseado; es la

mitad del tiempo empleado en una rotación completa del disco.

Velocidad de rotación: Revoluciones por minuto de los platos. A mayor velocidad de

rotación, menor latencia media.

Tasa de transferencia: Velocidad a la que puede transferir la información a la

computadora una vez la aguja esta situada en la pista y sector correctos. Puede servelocidad

sostenida o de pico.

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